11/01/2016 10H59 - Actualizado 11/01/2016 10H59

Crise já rebaixou quase 4 milhões às classes D e E

Eles deixaram a classe C e voltaram para as classes D e E entre janeiro e novembro do ano passado.
foto: Felipe Dana / AP/VEJA
foto: Felipe Dana / AP/VEJA

Por lo menos 3,7 milhões de brasileiros deixaram a classe C e voltaram para as classes D e E entre janeiro e novembro do ano passado, apontou estudo da economista Ana Maria Barufi, do Bradesco, publicado pelo jornal Valor Econômico, el lunes. A pesquisa foi feita com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) e da Pesquisa Mensal de Emprego (PYME), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

En el mismo período, a participação da classe C na pirâmide social do país caiu dois pontos porcentuais, de 56,6% para 54,6%. Uma parcela dessa queda alimentou as classes D e E, cuja participação avançou de 16,1% para 18,9% e de 15,5% para 16,1%, respectivamente. O aumento do desemprego e a queda da renda são alguns dos principais fatores que afetam a mobilidade social no país.

Na classe C, que concentra o maior contingente de brasileiros, ellos son 103,6 millones de personas , com renda mensal entre 1.646 mi 6.585 real. Na classe D estão famílias com renda de 995 un 1.646 e na E, de até 995 real.
O problema é que não se vê reversão dessa tendência [A corto plazo]”, disse ao jornal, a economista responsável pelo estudo, tendo em conta o cenário de aprofundamento do desemprego.

Ana Maria acrescenta que as recessões afetaram mais rapidamente e de forma mais intensa as classes mais baixas, já que as vagas que demandam menor qualificação são as primeiras a serem cortadas em períodos de ajuste.
A inflação, que acumulou 10,67% en 2015, é um agravante, pois compromete o orçamento doméstico com gastos básicos dessa parcela da população, como alimentação e transporte.

Con eso, a economista prevê que a desigualdade de renda aumento no país nos próximos meses, o que pode levar a classe C a voltar a responder por menos de 50% do total da população do país.

fuente: Veja.com /h7>

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