28/01/2016 17h57 - Actualizado 29/01/2016 11h23

Durante la revista PM, túnel se encuentra en Compaj

Por lo menos 300 detentos usariam o túnel para fugir nesse final de semana.
foto: revelación
foto: revelación

Um túnel com mais de 2 metros de altura foi encontrado na cela 8, da ala 1 pabellón 3 do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) sistema cerrado, durante uma revista preventiva realizada na manhã desta quinta-feira (28) por el Departamento de Administración Penitenciaria del Estado (SEAP). Segundo informações do Departamento de Inteligência Penitenciária (dipen), os detentos tinham o objetivo de facilitar a fuga de mais de 300 pessoas durante o final de semana.

A ação contou com o apoio do Comando de Policiamento Especializado (CPE). No total, um efetivo de 160 personas, entre servidores da Seap, policiais militares e agentes penitenciários da Umanizzare Gestão Prisional participaram da revista.

La Secretaría de Estado de Administración Penitenciaria, Pedro Florencio, explicou que o Dipen recebeu informações de um possível túnel no Compaj e que a atitude dos internos da ala 1 pabellón 3, levantou suspeitas de que o túnel se encontrava em uma das celas. “No início da semana a Umanizzare tentou realizar uma revista minuciosa no pavilhão 3 e os internos criaram dificuldades para que os agentes pudessem entrar, o que nos deu direção para procurar pelo túnel e com a ajuda da Polícia Militar foi encontrada na última cela do pavilhão”.

Pedro Florencio destacou ainda que no pavilhão onde foi encontrado o túnel vivem 329 de 1.268 internos do Compaj. Os detentos que moravam na área onde o túnel foi encontrado foram alojados em outros espaços da unidade. “Tínhamos a informação de que a fuga ocorreria nesse fim de semana, por isso agimos rápido. Foi um trabalho todo da Seap que tem buscado melhorar o sistema prisional”.

Segundo o secretário da Seap, o local ainda não tinha sido utilizado por falta de permissão dos líderes de uma facção criminosa. “O túnel só seria utilizado agora porque o objetivo era retirar os novos chefões com medo de que houvesse uma nova operação da Polícia Federal (PF)”.

O comandante do 1º Batalhão de Choque, major Cledemir Silvca, ressaltou que a Polícia Militar (PM) foi acionada para garantir a segurança no procedimento. “Nós agimos para evitar que os detentos atrapalhassem o trabalho de todos. Agimos dentro da legalidade e conseguimos obter êxito no trabalho”, dicho.

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