Bisnieto está en contra de la propuesta del gobierno que aumenta IR

Ele se posicionou contra a Medida Provisória na noite da quarta-feira, 3.
04/02/2016 09h06 - Actualizado 4/02/2016 09h06

foto: Alexssandro Loyola / Cámara Federal


En la noche del miércoles (3), Líder Adjunto de la Oposición, Congresista Arthur Virgílio Bisneto (PSDB-AM), manifestada en la Medida Provisional 692/15, lo que aumenta el impuesto sobre la ganancia de capital a pagar por los individuos en grandes valores, além de fixar regras para a quitação de dívidas tributárias com a doação de imóveis em pagamento.

“Eu trago a memória da bancada do governo que o mesmo ministro Joaquim Levy, que foi escorraçado do governo pelo Partido dos Trabalhadores, é o autor desta MP 692. segundo, ontem nós ouvimos uma peça teatral da presidente da República dizendo que o país estava em decréscimo de impostos. Não deu 24 horas, nós já estamos votando no aumento de tributos. desafortunadamente, essa inconsistência nas palavras da presidente em relação às suas ações traz o Brasil para baixo. Prejudica o mercado, prejudica a vida das pessoas que dependem do governo para sobreviver. O nosso voto é não”, Said Bisneto, durante discussão da MP no plenário.

Según él, o partido não vai votar aumento de impostos enquanto o governo não diminuir gastos, enxugar ministérios e rever a política econômica. O aumento de impostos sobre ganho de capital na venda de imóveis, também foi alvo do primeiro embate no plenários da Câmara dos Deputados entre governo e oposição em 2016. DEM e PSDB rejeitaram qualquer aumento de impostos.

“O governo mais uma vez transfere a sua responsabilidade no reerguimento da economia para a população, independente da mais rica ou da mais pobre, independente da classe social. O povo brasileiro está passando por um momento de muitas dificuldades e o povo brasileiro, el Brasil, vai na contramão de países como Argentina que vem mexendo com muita competência em algo que atormenta a população, que é a carga tributária. desafortunadamente, o governo continua a caminhar por esse lado. Nós votamos não, com a consciência de que o Brasil para crescer precisa de uma carga tributária menor, não essa exagerada que o governo Dilma põe na vida dos brasileiros”, dijo Arthur.


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