14/03/2016 14h55 - Actualizado 14/03/2016 14H59

PMM reafirma que recurrirá la decisión del Tribunal de Justicia que suspendió colección de impuestos a la propiedad

A juíza Kathleen dos Santos Gomes suspendeu a cobrança na última sexta-feira (11).
foto: Semef
foto: Semef

A Prefeitura de Manaus vai recorrer da decisão do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) que, por meio da juíza Kathleen dos Santos Gomes, suspendeu a cobrança do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), el viernes, 11.

O executivo municipal volta a afirmar que, en 2016, específicamente, a base de cálculo do imposto, além da inflação de 10,97%, foi acrescida a última das cinco parcelas do reajuste da Planta Genérica de Valores (PGV), aplicada no município por força da Lei n.º 1.628/2011 aprovada pela Câmara Municipal de Manaus (CMM) en diciembre 2011.

A Procuradoria Geral do Município e a Secretaria Municipal de Finanças, Tecnología de la Información y Control Interno (Semef) preparam todos os levantamentos necessários para apresentar à Justiça e evitar tal transtorno, uma vez que a receita do IPTU é uma das principais fontes de arrecadação do município.

Vale informar que, do universo de aproximadamente 530 mil imóveis que compõem a base de lançamento do IPTU da prefeitura de Manaus, hasta el último día 11, solamente 130 processos com pedido de impugnações sobre o valor do IPTU foram formalizados junto a Semef, os quais estão sendo avaliados.

Assim como todos os anos, Manaus Prefectura, por meio da Semef, se põe a disposição da população para esclarecer e reavaliar qualquer eventual inconsistência que pode ter sido causada no lançamento do imposto neste exercício.
A Semef atende em todos os PACs da cidade e na Rua Japurá, 493. Mais informações poderão ser obtidas pelo Call Center 156.

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