13/04/2016 16h37 - Actualizado 13/04/2016 16h37

Braga diz que vai acionar CGU para apurar gastos irregulares do ONS

Farra: com o dinheiro da tarifa de conta de luz, gestores do órgão bancaram, por ejemplo, roupas de lojas de grife.
(foto: José Cruz / Agencia Brasil)
(foto: José Cruz / Agencia Brasil)

El ministro de Minas y Energía, Eduardo Braga, vai acionar a Controladoria-Geral da União (TOS) para apurar gastos irregulares feitos por administradores do Operador Nacional do Sistema Elétrico (EE.UU.).

A decisão foi tomada a partir de reportagem publicada na edição impressa desta quarta-feira, 13, periódico “O Estado de S. Paul”, que divulgou detalhes de um relatório feito pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Una anguila).

No documento de 163 páginas, a Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira (SFF) da agência aponta uma série de irregularidades nos gastos do orçamento do ONS por seus administradores.

Com o dinheiro da tarifa de conta de luz, gestores do órgão bancaram roupas de lojas de grife, almoços frequentes em restaurantes de luxo, lanchinhos e sucessivos abastecimento de tanques de combustível nos fins de semana, entre otras irregularidades.

Vamos encaminhar à Controladoria-Geral da União, que é quem tem o dever de apurar todos os possíveis tipos de ilicitudes ou desvios padrão de gestão, de contabilidade ou aplicação de recurso”, disse Braga ao jornal. O ministro demonstrou surpresa com as informações.

Não tinha conhecimento disso. ahora, nós vamos adotar os procedimentos que sempre adotamos diante de circunstâncias como tais. A consultoria jurídica do ministério também adotará os procedimentos que achar necessários junto à Aneel e ao Tribunal de Contas da União, caso seja recomendável e cabível, para que tudo seja apurado e os responsáveis possam ter o direito amplo de defesa, mas que possam também responder por suas atitudes”, comentado.

O Operador Nacional é uma associação civil sem fins lucrativos, pero 97% de seu orçamento é bancado pelas tarifas e apenas 3% pelas empresas do setor.

En martes, 12, o ONS foi questionado sobre cada um dos itens apontados pelo relatório da Aneel. En respuesta, declarou apenas que está avaliando os dados, para emitir sua manifestação sobre o assunto, ainda dentro do prazo.

A maioria dos problemas expostos pela Aneel, argumentou o ONS, haría “recomendação de melhorias de processo, e não de irregularidades ou punição”.

A agência informou que ainda não recebeu as manifestações do ONS para dar prosseguimento ao processo, que continua em fase de análise.

A área de fiscalização da Aneel pede que R$ 9,168 milhões do orçamento do ONS seja usado para reduzir da conta de luz do consumidor.

A Aneel alegou que enfrentaextrema dificuldade” para que “o ONS apresente efetivamente a abertura e composição dos gastos previstos nos itens relativos à rubrica ‘pessoale ‘administradores’, tornando-se inviável a concreta fiscalização sobre os dispêndios apresentados e defendidos pelo Operador como necessários às suas atividades”.

fuente: Exame.com

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