05/04/2016 09h46 - Actualizado 6/04/2016 07h14

Gobierno evalúa distribuir posiciones sólo después de que el voto de destitución

A atitude se deve a receio de traições de aliados.
foto: reproducción
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Com receio de traições de aliados, integrantes da cúpula do governo estudam estender o balcão de negociações dos cargos até a votação, en la Casa, do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. A previsão inicial é de que o afastamento da petista seja discutido pelos 513 deputados a partir do próximo dia 15 de abril. De acordo com integrantes do governo, a ideia aventada éamarraros acordos com o chamado centrão ( PÁGINAS, PSD, PR e PRB) e entregar os cargos apenas depois da votação. De esa forma, o governo poderia diminuir os riscos de ser traído.

Segundo lideranças envolvidas nas tratativas, o receio é de que, diante de um alto número de dissidentes nesses partidos, o governo não teria tempo para realizar uma nova reforma ministerial em apenas dois dias, prazo que o processo de impeachment deve sair da Comissão Especial e ser votado em plenário. Apesar das discussões dentro do governo sobre o tema, não há consenso em torno da proposta de estender as negociações, já que outra corrente de assessores diretos da presidente Dilma Rousseff consideram esta ideia descabida.

En los últimos días, o Planalto resolveu apostar na atuação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Há a avaliação de que sua ação já tem feito a diferença na contabilidade dos votos contra o impeachment, embora ainda não haja segurança sobre os votos necessários para evitar o afastamento da presidente. O adiamento entra neste contexto de que Lula possa ampliar as negociações com as cúpulas partidárias de modo que o grande porcentual de indecisos no chamado centrão se decida pela manutenção da presidente.

Apesar das divergências dentro da cúpula do governo, o presidente do PP, El senador Ciro Nogueira (Pi), envolvido diretamente nas negociações, informou que a legenda não pretende assumir nenhuma pasta até que seja concluída a votação do afastamento de Dilma pelos deputados. “Ninguém assume cargos até a votação do impeachment”, ressaltou Nogueira. “Quero apenas que o PP, después de la votación, seja reconhecido como a maior bancada governista”, agregó.
Según él, a decisão ocorreu após reunião com o PR e o PSD. buscado, o presidente do PSD, Guilherme Campos, considerou que a previsão de conclusão das tratativas não ocorrerá nos próximos dias. “As negociações vão se estender pelos próximos dias. Não deve ser nada definido agora”, afirmou Campos..

O PR também pretende definir seu posicionamento em relação ao impeachment somente após a apresentação do relatório da Comissão Especial. Estuda-se dar mais um ministério ao partido, que hoje comanda o Ministério dos Transportes. Pela última equação do Planalto, o partido de 40 deputados pode ficar com Turismo, pasta que era comandada pelo PMDB, ou Esporte, antes nas mãos do PRB. Já o PRB, con 22 Los eurodiputados, que havia deixado a base governista, deve retornar em troca da pasta que não ficar com o PR.

El líder del PMDB en la Cámara, Leonardo Picciani (RJ), atrela os 25 votos que diz ter à permanência de seus indicados no comando de ministérios: Marcelo Castro (salud), Celso Pansera (ciencia) e Mauro Lopes (Aviação Civil). Na conta do governo, tirar o PMDB da Saúde agora colocaria em risco esse apoio, sem a garantia de que o PP entregaria esses votos.

fuente: Veja.com

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