04/04/2016 08h38 - Actualizado 4/04/2016 09h25

Mercado prevê corte na taxa de juros neste ano

Já para a inflação, a estimativa para 2016 agora é de 7,28%, contra 7,31% na semana anterior.
foto: revelación

Economistas de instituições financeiras passaram a ver recuo da taxa básica de juros neste ano, enquanto a projeção para a inflação continuou diminuindo em meio à contínua piora da recessão econômica prevista.

A estimativa para a taxa básica Selic ao fim de 2016 na pesquisa Focus do Banco Central desta segunda-feira agora é de 13,75%, contra os atuais 14,25% previstos na semana anterior.

Essa foi a primeira redução na estimativa após oito semanas de manutenção mesmo depois de o BC reiterar em seu Relatório de Inflação, la semana pasada, que não trabalha com a possibilidade de cortar a taxa básica de juros apesar da forte retração econômica.

Para 2017, o levantamento com uma centena de economistas não mostrou mudança na expectativa de que a Selic terminará o ano a 12,50%.

Já para a inflação, a estimativa para 2016 agora é de 7,28%, contra 7,31% na semana anterior.

Mesmo após a quarta semana seguida de redução, a projeção permanece bem acima do teto da meta do governo, de 4,5% com tolerância de 2 puntos, e também da projeção do próprio BC.

En el Informe sobre la Inflación, o BC estimou inflação de 6,6% en 2016 mi 4,9% en 2017, sobre projeção anterior de elevação de 6,2 mi 4,8%, respectivamente.

A estimativa do BC para o ano que vem também é mais otimista do que a dos especialistas consultados no levantamento, que continuam vendo que a inflação encerrará 2017 un 6%, no limite máximo da meta do governo para aquele ano, de 4,5%, com margem de 1,5 punto porcentual.

O dólar tende a favorecer também o alívio na alta dos preços, uma vez que a projeção na pesquisa caiu a 4,0 reais no fim de 2016, contra 4,15 reais antes. Em relação a 2017 a perspectiva foi a 4,10 real, sobre 4,20 real.

Sobre o desempenho da economia, a contração do Produto Interno Bruto este ano agora é projetada em 3,73%, ante queda de 3,66% en la encuesta anterior. Já a expansão em 2017 é calculada em apenas 0,30%, sobre 0,35% anteriormente.

fuente: Exame.com

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