Escolha de líder do governo na Câmara causa 1º racha na base

São dois problemas, a escolha do novo líder do governo e a solução para a presidência da Câmara.
18/05/2016 07h44 - Actualizado 18/05/2016 07h44
foto: reproducción

Com menos de uma semana de governo, o presidente interino Michel Temer já enfrenta um racha em sua base aliada na Câmara. O grupo de partidos que fazia oposição ao governo Dilma — PSDB, DEM e PPS — entrou em colisão com os partidos do chamado centrão, formado por 13 partidos da Casa que davam sustentação a Dilma e agora compõem a base de Temer. Dois pontos cruciais dividem essa base: quem será o novo líder do governo Temer na Casa e a solução para a presidência da Câmara, em razão do afastamento de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) el Supremo.

PSDB, DEM e PPS querem o afastamento definitivo de Cunha da presidência, com a declaração de vacância do cargo. Os líderes do centrão defendem uma solução intermediária que permita tocar a pauta sem constranger o presidente afastado — que é o líder do grupo. En este caso, a ideia é que o presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), faça uma “gestão compartilhada” com outros integrantes da Mesa Diretora.

Para a liderança do governo, o centrão defende o líder do PSC, André Moura (SE), um dos mais próximos aliados de Cunha. Líderes dos 13 partidos, representando 291 Los eurodiputados, assinaram documento defendendo o nome de Moura. miedo, que trabalhava a indicação de Rodrigo Maia (DEM-RJ), recuou e ainda não escolheu quem comandará a base na Casa.

ANDRÉ MOURA CONDENADO
No último dia 2, André Moura teve uma condenação confirmada em segunda instância por uso de dinheiro da prefeitura de Pirambu, Sergipe, para pagar despesas suas e da família com tira-gosto, bebida alcoólica e churrasco. Moura foi prefeito da cidade entre 1997 mi 2004, quando estava filiado ao extinto PFL, hoje DEM. A 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Sergipe rejeitou no mérito um recurso apresentado pelo deputado, e confirmou decisão de primeira instância de 2013, que determina a suspensão por oito anos dos direitos políticos do parlamentar.

Moura foi condenado em ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público de Sergipe; outros réus são a mãe, la mujer, uma irmã e um cunhado do deputado, além de outro ex-prefeito de Pirambu. São suspeitos de consumir refeições e bebidas em restaurantes com despesas bancadas pela prefeitura.

En martes, líderes do centrão aproveitaram a primeira reunião com Temer para cobrar decisão sobre o novo líder do governo. Afirmaram que isso é fundamental para fazer com que a Câmara vote as medidas provisórias que trancam a pauta da Casa, como sinal de funcionamento para a sociedade. Temer pediu prazo até sexta-feira. O ministro Geddel Vieira Lima (Secretaría de Gobierno) pediu paciência:

— Estamos convencidos de que esta é uma prerrogativa do presidente, mas estamos conversando com a base para ter uma solução que não desunifique a base, mas que nós tenhamos essa questão resolvida o mais rápido possível.

Temer tenta negociar com os aliados a indicação de um terceiro nome, mas o centrão insiste em Moura. Cunha almoçou na terça-feira com Moura e os líderes do centrão, com exceção do PMDB. Segundo líderes, a decisão foi manter a pressão para que Moura seja o escolhido.

fuente: El globo


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