11/05/2016 11H39 - Actualizado 11/05/2016 11h40

Logística ainda é um desafio do setor primário no AM, afirma chefe da Embrapa

Declaração foi dada na ALE-AM durante Sessão de Homenagem aos 43 anos da instituição.
foto: DE-AM
foto: DE-AM

Mais do que a política agrícola e a de meio ambiente do Estado, a falta de portos e estradas que viabilizem escoamento da produção ainda é o principal desafio do setor primário no Amazonas. A informação é do chefe-geral da Embrapa Amazônia Ocidental, Luiz Marcelo Brum Rossi, durante discurso na Sessão de Homenagem aos 43 anos da instituição, de autoria do deputado estadual Josué Neto (PSD), realizada nesta terça-feira (10) na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (DE-AM).

Ao apresentar as principais tecnologias da Embrapa, como as plantações sustentáveis, sin el uso de pesticidas, e com menor área de plantio, Rossi afirmou que a instituição conseguiu desenvolver tecnologias aplicáveis a realidade amazônica que viabilizariam produções em larga escala no setor primário, para atender a demanda de alimentos do Estado. Mas todo o esforço da instituição ainda esbarra na falta de um meio de transporte de baixo custo que torne essa produção atrativa para o setor primário, já que o custo, tanto do escoamento, quanto do transporte de ferramentas para o interior, ainda é muito alto.

“A logística é um dos nossos principais desafios, porque como que esses produtos virão do interior para a capital? E como vamos levar produtos e ferramentas para esses produtores, como o calcário, fertilizantes? O custo do transporte é muito alto e inviabiliza a produção em larga escala”, dijo. Según él, não fosse a logística, já seria possível produzir alimentos capazes de suprir a demanda do Estado, para que não seja necessário trazer de outras partes do País, como Rondônia, Acre, Roraima.

Durante a Sessão Rossi, apresentou as soluções tecnológicas que a Embrapa desenvolveu para o setor primário do Amazonas e para a região amazônica, nos mais de 40 anos de pesquisa, como as tecnologias de melhoramento do plantio da banana, naranja, tangerina, mandioca, guaraná, cupuassu, castanhas, além de tecnologias capazes de ampliar produção de grãos, borracha e outros produtos oriundos da seringueira.

Chamou atenção a possibilidade de produção do Palmito de Pupunha, planta comum na região, que é de fácil manejo e é capaz de render, segundo Rossi, maior quantidade de Palmito que as Palmeiras convencionais, cerca de 1,5 kg por caule da planta.

Por essas e outras pesquisas, principalmente no combate de pragas que afetaram as plantações de banana nos últimos anos, a Embrapa recebeu uma placa de reconhecimento pelos relevantes serviços prestados à população.

Durante a Sessão, os deputados Alessandra Campelo (PMDB), Luiz Castro (RED), e Sinésio Campos (PT), e o secretário executivo da Secretaria de Estado de Produção Rural (Sepror), Valdenor Cardoso, defenderam o setor primário como alternativa econômica à Zona Franca de Manaus. Cardoso lembrou dos investimentos que o Estado já fez no Estado e as parcerias firmadas com a Embrapa, e disse que a Sepror está analisando projetos para alavancar o setor primário.

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