02/05/2016 00h04 - Actualizado 3/05/2016 07h21

PCdoB, Vanessa Grazziotin, UEA utiliza para hacer campaña en contra de la destitución de Dilma

Ativista que apoia o impeachment da presidente foi impedido de participar e sofreu agressões.
foto: revelación
foto: revelación

Um grupo do PCdoB, partido de Vanessa Grazziotin e Eron Bezerra, transformou o que era pra ser um debate democrático na Escola Normal Superior da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), em uma campanha contra o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Um ativista que defende o impeachment foi ao local, mas foi hostilizado por militantes do PCdoB e pela própria diretora da Unidade, Egle Wanzeler.

A confusão começou depois que o empresário e alguns estudantes que apoiam o impeachment se dirigiram até a sala da diretora para pedir que um evento semelhante fosse realizado no dia seguinte na própria instituição para dar espaço àqueles que apoiam o impeachment, já que não foi cedido espaço durante o ‘debate’. Alunos da universidade e militantes do PCdoB vaiaram o grupo, hostilizaram, e chegaram a jogar água em dois deles (Confira o vídeo no final da matéria).

O debate terminou em confusão com direito a agressões físicas e verbais, e registro de Boletim de Ocorrência, el viernes (29), no 12º DIP. Uma faixa pendurada na fachada da Universidade com os dizeres “Não Vai ter Golpe” também foi um dos estopins da confusão.

Uma das pessoas agredidas foi o empresário e ativista pró-impeachment, Kléber Romão, que disse que foi avisado por um amigo e se dirigiu ao local para registrar o ato ilícito de ocupação de espaço público, principalmente uma instituição de ensino, para fixação de material com mensagem de cunho político-partidário-ideológico e assim registrar o que estava acontecendo.

“Estavam usando uma universidade pública para fazer um ato político partidário” afirmou Kléber.

Kleber foi um dos que se dirigiu a coordenação do evento, liderada por membros do PCdoB, entre eles a presidente da União Estadual dos Estudantes, e militante do partido, Bruna Brelaz que impediu que ele e outras pessoas manifestassem suas opiniões no suposto debate.

Também estavam entre os militantes do PcdoB o líder estudantil Yann Evanovick, e Maick José Tavares. Bruna Brelaz e Maick são funcionários da senadora Vanessa Grazziotin, como consta no quadro de cargos comissionados do gabinete da senadora, no site do Senado.

O PCdoB é um dos partidos que apoiam a presidente Dilma Rousseff. A senadora Vanessa Grazziottin chegou a pedir, el viernes (29), a suspensão do impeachment de Dilma durante a análise do processo no Senado.

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Só o fato de pendurar uma faixa defendendo uma manifestação política em uma instituição pública que está promovendo um debate democrático, já é irregular. Impedir a livre manifestação de opinião em um debate que está sendo promovido para esta finalidade, não é só um atentado a democracia, mas um atentado ao direito do cidadão.

O artigo 5º da Constituição Federal garante a qualquer cidadão brasileiro a livre expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença. E o artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, prevê que a liberdade de expressão é um direito humano que deve ser garantido.

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