01/06/2016 14h53 - Actualizado 1/06/2016 14h53

autores de acusación Dilma llaman para la diligencia y audiencias

bicudo, Janaina Paschoal y Michel Reale Júnior argumentan que Dilma comprometido el crimen de la deuda tributaria.
foto: reproducción
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Os advogados Hélio Bicudo, Janaína Paschoal e Michel Reale Júnior, autores do pedido de impeachment de Dilma Rousseff, protocolaram hoje (1º) na Comissão Processante do Impeachment do Senado um ofício no qual pedem uma série de diligências e oitivas. Eles defendem que Dilma cometeu crime de responsabilidade fiscal.

No documento, pedem que a Caixa Econômica Federal seja notificada para listar as ações movidas contra o Tesouro Nacional. Os autores do pedido esperam que o banco seja oficiado para apresentar gráficos com as diferenças entre os procedimentos, chamados de pedaladas fiscais, praticados pelos governos de Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, detalhando número de operações e valores.

Nesta fase dedicada a reunir provas a favor e contra o pedido de impedimento, os juristas pedem que o Banco do Brasil informe quais foram os 20 maiores beneficiários do Plano Safra em 2014 mi 2015, que o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aponte os 20 maiores beneficiários do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) en 2014 mi 2015 e que informe se a Petrobras recebeu valores do programa. Os advogados também solicitam que o BNDES revele os valores emprestados sigilosamente a Angola, Cuba e Venezuela e as perspectivas de essas nações ressarcirem os cofres da instituição brasileira.

Os crimes se mostram consumados, independentemente da resposta a eles. sin embargo, o envio se faz necessário com o fim de espancar de vez o estéril argumento de que a Lei de Responsabilidade Fiscal teria restado lesada para favorecer a população carente, bem como para evidenciar as graves consequências dos crimes de responsabilidade perpetrados pela denunciada, consequências estas que devem refletir na pena”, dicen, no documento.

A lista apresentada pelos advogados pede, una vez más, a vinda do representante do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), Julio Marcelo de Oliveira. Foi ele o responsável pela identificação das chamadas pedaladas fiscais na auditoria feita pelo TCU sobre as contas do governo Dilma. más allá, os autores do pedido querem que o colegiado ouça o auditor-fiscal, Antonio Carlos Costa Carvalho, o professor de Direito da Universidade de São Paulo (USP), José Maurício Conti, e a presidente da Associação Nacional dos Auditores de Controle Externo dos Tribunais de Contas do Brasil, Luciene Pereira da Silva.

reunión

Na reunião marcada para amanhã (2) da Comissão Processante do Impeachment no Senado, el ponente, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), e o presidente do colegiado, Raimundo Lira (PMDB-PB), devem encaminhar a votação desse e de outros pedidos. Antes porém, deve ser votado um cronograma de atividades da atual fase do processo.

Uma proposta de cronograma foi apresentada por Anastasia na semana passada, pero debido a una petición de examen realizado por los senadores oposición a Dilma en fuera de juego, que se quejan menos prisa en llevar a cabo el proceso de, o calendário só será definido na renuão desta quinta-feira.

Anastasia cree que el día 27 de julho ocorra a votação, na comissão, do parecer, que indicará si existen pruebas de la práctica de un delito cometido por el presidente de distancia. De acuerdo con el tucán, el pleno de la Cámara será capaz de votar sobre el informe de la pronunciación 2 de agosto. Tanto en las comisiones como en el Pleno, una vez más, el voto será por mayoría simple, la mitad más uno de los senadores presentes en la sesión.

defensa

Hoje termina o prazo para que Dilma apresente sua defesa prévia na comissão. O documento deverá ser entregue às 17h pelo ex-advogado geral da União, José Eduardo Cardozo. en la obra, que sólo fue completado en la madrugada, Cardozo debe reforzar la opinión de que los hechos por los que se acusa al presidente eliminado no constituyen responsabilidad penal y que el proceso de juicio político tiene "vicios de origen", porque, según él, Está motivada por el "presidente de la venganza de distancia de la cámara" Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Para Cardozo, Cunha se volvió contra Dilma después de no poder conseguir el apoyo de PT para detener el procedimiento contra él en el Consejo de Ética de la Cámara.

A defesa de Dilma também deve apresentar sugestões de oitivas à comissão.

fuente: Agencia Brasil

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