01/06/2016 07h01 - Actualizado 1/06/2016 07h44

la ley bar sala de garantizar la información a los pacientes BHU

O vereador Rozenha afirmou que reapresentará a proposta em forma de indicação ao prefeito.
foto: CMM
foto: CMM

El Municipio de Manaus (CMM) barrou a tramitação do Projeto de Lei n° 010/2016, que obrigava os funcionários das Unidades Básicas de Saúde (BHU) a prestar informações aos pacientes sobre medicamentos, vacunas y productos desechables utilizados en procedimientos médicos.

El martes, 31, a maioria dos vereadores aprovou o parecer contrário da Comissão de Constituição, Justicia y escritura (CCJR) para a proposta. El proyecto, de autoria do vereador Edanilson Rozenha (PSDB), foi deliberado pelo plenário da Casa Legislativa no início do mês de março e enviado para a análise da CCJR.

Rozenha afirmou que reapresentará a proposta em forma de indicação ao prefeito de Manaus, Arthur Neto, para que a ideia seja novamente submetida ao plenário da Casa e reanalisada pelos parlamentares. Ele disse que o projeto atende a um grande anseio da população de Manaus.

“Muitas são as reclamações de pacientes da rede pública de saúde que questionam, muchas veces, a não identificação de medicamentos ministrados nos procedimentos médicos, bem como a ausência de dados sobre rótulos e prazo de validade de vacinas e remédios aplicados em Unidades Básicas de Saúde”, Defendió la parlamentaria.

Una propuesta
Según el proyecto, ficaria obrigada a apresentação ao paciente, de cualquier material desechable o la medicina, que fosse utilizado em qualquer exame ou aplicação de medicamentos e vacinas nas UBSs, clínicas, laboratorios, oficinas u hospitales médicos en la ciudad de Manaus, antes de realizar el procedimiento de.

Para Rozenha a proposta poderia fazer com que diminuíssem os casos de contaminações geradas por material descartáveis irregulares e também contribuiria para combater o índice de erros médicos causados na ministração de medicamentos inadequados.

“Lamento que um projeto de grande alcance social tenha sido rejeitado pela Câmara. Ele traria maior segurança aos cidadãos que são atendidos na rede pública de saúde, além de proporcionar maior qualidade no atendimento. Espero que a decisão seja revista”, concluiu o autor da propositura.

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