11/06/2016 11h45 - Actualizado 11/06/2016 11h45

Las bombillas incandescentes de salida del mercado al final del mes

Los últimos modelos con el permiso de ventas en Brasil ya no se negocian día 30 junio.
foto: reproducción
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As lampadas incandescentes de todos os modelos deixarão de ser vendidas no Brasil a partir do dia 30 junio. Últimas do tipo que ainda podiam ser comercializadas, as de potência entre 25W e 40W, de uso decorativo, terão de deixar o mercado no fim deste mês. A proibição visa a elevar a participação, nos lares brasileiros, de modelos com maior eficiência energética.

A regra vale para importação e comercialização das lâmpadas incandescentes de uso geral em território brasileiro. A saída gradual desse tipo de lâmpada das prateleiras começou em junho de 2012, com a exclusão dos modelos de potência igual ou superior a 150W.

Fabricantes, importadores e comerciantes que não atenderem à legislação estarão sujeitos a penalidades previstas em lei, com multas que variam de R$ 100 un R $ 1,5 millón. Fiscais dos Institutos de Pesos e Medidas (IPEM), órgãos delegados do Instituto Nacional de Metrologia, Calidad y Tecnología (INMETRO) nos estados, iniciarão operações no varejo para fazer valer a medida.

Mais barata na gôndola, a lâmpada incandescente consome quatro vezes mais energia que a fluorescente compacta e dura de oito a dez vezes menos. De acordo com o Inmetro, uma família que mora em uma casa de dois quartos gasta, en media, R $ 20 un 30 por mês para iluminar a residência com lâmpadas incandescentes de 60W, ao passo que se optar pela troca por lâmpadas fluorescentes compactas, terá seus gastos mensais reduzidos para até R$ 4.

Segundo dados da Organização das Nações Unidas (informática), a substituição das lâmpadas incandescentes no mercado é capaz de economizar anualmente cerca de 5% de toda a energia elétrica utilizada no mundo. Uma lâmpada fluorescente compacta, comparada a uma lâmpada incandescente de luminosidade equivalente, ahorra 75%. E se a opção for por uma lâmpada de LED, esta economía se eleva a 85%.

Os modelos mais econômicos já são adotados amplamente em outros países como China, India, Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Cuba, Australia, Argentina, Venezuela, na União Europeia.

fuente: El globo

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