18/06/2016 12h46 - Actualizado 18/06/2016 12h46

Temer quiere ministros involucrados en escándalos dimitan

El presidente interino dirigido Padilha y Geddel a hablar con todo el primer paso de cualquier miembro de participación puede tener con las investigaciones de la Operación lava-Jato.
foto: reproducción

Em reunião na manhã desta sexta-feira, el Palacio de Jaburu, o presidente interino Michel Temer determinou aos ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) y Geddel Vieira Lima (Secretaría de Gobierno), que conversem com todos os integrantes do primeiro escalão sobre qualquer envolvimento que possam ter com as investigações da Operação Lava-Jato. Geddel não estava na reunião. O ministro viajou, el jueves, para a Bahia.

Temer ficou muito irritado com a saída de Henrique Eduardo Alves do Ministério do Turismo, antecipando-se a denúncias que surgirão nos próximos dias. Segundo auxiliares presidenciais, ele quer evitar novas baixas por conta de potenciais escândalos.

En la reunión, os peemedebistas demonstraram preocupação com a delação de Fábio Cleto, que era vice-presidente da Caixa Econômica Federal. Cleto é afilhado político do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Com as conversas, Temer busca blindar o governo. A ideia é que os principais auxiliares façam umexame de consciência”.

— A prioridade zero do presidente é impedir que a Lava-Jato chegue ao governo. Ao Palácio do Planalto, entonces, nem se fala. A diretriz dada na reunião foi a de quem tiver qualquer envolvimento peça para sair. Se não sair, será saído — afirmou um interlocutor palaciano.

Henrique Eduardo Alves foi o terceiro ministro do governo interino de Temer a deixar o cargo após se envolver com a Lava-Jato. Antes dele, Romero Jucá deixou o Planejamento e Fabiano Silveira pediu demissão da Transparência após serem divulgadas gravações de Sérgio Machado. Nos áudios, Jucá diz que era preciso “estancar essa sangria”, em relação ao avanço das investigações, e Silveira orienta o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), a não antecipar informações à procuradoria-geral da República.

Segundo este interlocutor, o Planalto avalia que houve desgaste com a queda de três ministros no primeiro mês de governo, mas que ainda é possível estancar a crise e minimizar os dados.

Durante la reunión, os ministros e Temer avaliaram que não foram só as pedaladas fiscais que levaram ao afastamento da presidente Dilma Rousseff mas, especialmente, o fato de as investigações terem chegado ao Planalto, afetando os ex-ministros Edinho Silva (Comunicacion Social) y Jaques Wagner (Casa Civil).

fuente: El globo

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