• Maia mantém ato de Maranhão que mandou barrar CPI da UNE

    Comentou-se nos corredores que Maia teria prometido ao PCdoB barrar a CPI em troca de votos.
    19/07/2016 12h18 - Actualizado 19/07/2016 12h18

    Foto: reproducción


    Em uma decisão que deve elevar os ânimos daqueles interessados em investigar as estruturas do aparelho petista, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) decidiu manter a decisão de seu antecessor, Waldir Maranhão (PP-MA), de anular a criação da CPI da UNE.

    Conforme o Estadão lembra, Maia foi um dos signatários desta CPI, mas teria decidido não revogar o despacho de Maranhão a respeito de uma questão de ordem formulada pelo deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), que é seu aliado.

    Maranhão havia adotado a narrativa de que “não havia fato determinado”, embora o Deputado Marco Feliciano (PSC-SP) tenha demonstrado que a entidade – presidida há décadas pelo PCdoB – recebeu vários milhões de reais do governo federal. En la época, um deputado que assinou o requerimento tinha aconselhado os dirigentes a irem procurando as notas fiscais dos gastos da entidade.

    Mesmo assim, Orlando Silva havia simulado inexistência de motivos: “É preciso pacificar a Casa e romper com radicalismos. A lógica é acabar com CPIs para atender fins que não se sabem quais”.

    Comentou-se nos corredores que Maia teria prometido ao PCdoB barrar a CPI em troca de votos. Mesmo que Maia e Orlando Silva neguem o acordo, as suspeitas vão redobrar agora com a atitude de Maia buscando evitar a investigação dos escândalos relacionados à UNE.

    Fuente: jornalivre.com


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