• Comandante militar defende Amazônia em Congresso Internacional

    O general falou sobre o trabalho das Forças Armadas na região, especialmente em saúde, atendimento à população, controle das fronteiras e preservação ambiental.
    17/09/2016 12h37 - Actualizado 17/09/2016 12h37

    Foto: reproducción


    O Brasil corre sério risco de sofrer perdas em patrimônio e autoestima em face de desafios que enfrentará por ter negligenciado ciência, tecnologia, inovação, industrialização nacional em defesa por tanto tempo, segundo o general Geraldo Antonio Miotto, 61, comandante militar da Amazônia.

    A declaração foi feita durante o 3º Congresso Internacional do Centro Celso Furtado realizado em Manaus para uma plateia de cientistas, professores, estudantes, reunidos na Universidade Federal do Amazonas.

    O general falou sobre o trabalho das Forças Armadas na região, especialmente em saúde, atendimento à população, controle das fronteiras e preservação ambiental. Faltava luz na universidade e o comandante lamentou não poder mostrar gráficos, fotos e filmes sobre as atividades da força.

    Para Miotto, “defender a Amazônia é muito mais do que estabelecer unidades militares estrategicamente posicionadas, com efetivos treinados e preparados para atuar no terreno com uso de novas tecnologias. Defender a Amazônia é tudo isso e também criar estratégias que promovam o desenvolvimento regional”.

    O comandante militar da Amazônia defendeu maior integração com os países da região amazônica, historicamente separados. “Se vocês forem a Lima, no Peru, vão ver ônibus chineses e carros japoneses e chineses; não tem nenhum carro brasileiro. Agora é que foi assinado um tratado para venda de automóveis e estamos vendendo caminhões”.


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