• Número de inadimplentes chega a 58,7 millones, dice investigación

    Apesar de elevada, a lista recebeu menos devedores do que entre 2014 mi 2015, quando foram incorporadas dois milhões de pessoas.
    09/12/2016 14h34 - Actualizado 9/12/2016 14h34

    Foto: reproducción


    O total de inadimplentes no país atingiu 58,5 millones, em novembro último, o equivalente a 39% da população adulta brasileira. Esse número é 0,69% maior do que em novembro do ano passado, representando a entrada de um milhão de pessoas no período de um ano na lista de negativados. Apesar de elevada, a lista recebeu menos devedores do que entre 2014 mi 2015, quando foram incorporadas dois milhões de pessoas.

    Os dados são do indicador do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). me nota, o presidente da confederação, Honório Pinheiro, atribuiu o resultado ao crédito mais rigoroso e aos efeitos do desaquecimento da economia. Para el, não se trata de uma melhoria de cenário, mas de um comportamento de cautela do consumidor em assumir compromissos financeiros, e da dificuldade em obter financiamento.

    “Se, por um lado, a recessão dificulta a capacidade de pagamento dos consumidores, em virtude do desemprego e da inflação alta, por outro, a maior restrição ao crédito, com juros ainda elevados e critérios de concessão mais seletivos, acaba impondo limites ao endividamento por parte dos brasileiros”, afirmou Pinheiro.

    A maior parte dos devedores em atraso está na região Sudeste (24,2 millones) o 37,37% da população adulta nessa região. O segundo maior volume foi constatado no Nordeste (15,8 millones) o 38,82% da população adulta dessa região, seguido pelo Sul (8,1 millones), equivalente a 36,41% da população adulta regional; Norte (5,4 millones) o 46,42% da população adulta regional e Centro- Oeste (5 millones) o 44,12% da população adulta regional.

    De acordo com perfil de idade, prevalecem os devedores entre 30 mi 39 años. Na lista de inadimplentes, 49,59% o 16,9 milhões estão nessa faixa etária. Já a participação dos jovens entre 25 mi 29 anos é de 47,12%; entre 40 mi 49 años, de 46,32% y entra 65 una 84 años, de 29,44%.

    Volume de dívidas
    O levantamento também apontou um recuo de 3,54% no volume de dívidas em comparação a igual mês do ano passado e por setor, com destaque para as contas de telefonia, internet e TV por assinatura. Especificamente, as dívidas de pessoas físicas cairam 14,90%.

    Já as dívidas bancárias (atrasos no cartão de crédito, financiamentos, empréstimos e seguros) diminuíram 2,35% e as assumidas no comércio tiveram queda de 2,63%. Ocorreu alta apenas em relação às tarifas de serviços básicos, como água e luz (3,81% ).

    Os bancos são os que concentram a maior parte das dívidas (48,24%), seguida pelo comércio (20,31%); comunicação (13,35%) e água e luz (7,96%).

    Fuente: Agencia Brasil


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