Acusado del asesinato del líder de la comunidad están condenados por la mañana

Los delincuentes fueron condenados a 20 mi 19 años de prisión, respectivamente, plumas que deben cumplirse en régimen inicialmente cerrada.
25/03/2017 16H00 - Actualizado 27/03/2017 12h27

foto: revelación


Adson Dias da Silva e Ronaldo de Paula da Silva, acusados da morte da líder comunitária Maria das Dores dos Santos Salvador Priante, muerto en 2015 en la ciudad de Manacapuru (un 89 kilómetros de Manaus), Fueron condenados 20 mi 19 años de prisión, respectivamente, plumas que deben cumplirse en régimen inicialmente cerrada. el juicio, que começou no final da manhã dessa sexta-feira, 24, durado casi 20 horas. A sentença foi lida às 6h deste sábado, 25, pela juíza Vanessa Leite Mota, 1ª Corte del Distrito de Manacapuru.

A condenação de Adson, un 20 años de prisión, foi com base no art. 121, el párrafo 2 (homicidio calificado), incisos II (motivo fútil), III (com emprego de veneno, fuego, explosivo, asfixia, tortura ou outro meio insidioso ou cruel, ou de que possa resultar perigo comum), IV (à traição, de emboscada, ou mediante dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa do ofendido) e V (para assegurar a execução, a ocultação, a impunidade ou vantagem de outro crime), Todo el Código Penal brasileño (CPB).

Ronaldo de Paula da Silva foi condenado a 19 años de prisión, tendo sido enquadrado no art. 121, el párrafo 2, artículos I (mediante paga ou promessa de recompensa, ou por outro motivo torpe), III e IV do CPB. De acordo com a juíza que presidiu o julgamento, foi negado o direito dos condenados de apelar em liberdade.

O julgamento foi realizado no Plenário da Câmara Municipal de Manacapuru, município que faz parte da Região Metropolitana de Manaus, uma vez que a Comarca não teria o espaço físico necessário para comportar um julgamento com um grande número de testemunhas – 15 en conjunto, arroladas pela acusação e defesa -, além dos dois réus, dois promotores de Justiça, um assistente da acusação, advogados e familiares da vítima. Adson e Ronaldo estão presos em Manaus e foram escoltados até Manacapuru para o julgamento, que estava marcado para começar 9h de sexta-feira. Mas houve demora na chegada dos apenados e o júri foi iniciado com mais de 2h30 de atraso.

A ação tinha sido julgada procedente em junho de 2016. Em declaração perante a autoridade policial, Ronaldo de Paula da Silva confessou que fora contratado por Adson Dias para auxiliar no sequestro da vítima.


*** Si usted está a favor de una prensa totalmente libre e imparcial, colaborar disfrutando de nuestra página en Facebook y visitar a menudo el AM Mensaje.


Facebook

economía

contacto Condiciones de uso