Dilma llama Marcelo Odebrecht de "mentir" sobre el testimonio

Ella negó en un comunicado, que ha solicitado donaciones de campaña o autorizado el uso de dinero en efectivo 2.
02/03/2017 12h11 - Actualizado 2/03/2017 12h11

foto: reproducción


El ex presidente Dilma Rousseff negó, en un comunicado, que ha solicitado donaciones de campaña o autorizado el uso de dinero en efectivo 2, como declaró en su testimonio a la División de Asuntos Internos de Elecciones, el miércoles, el empresario Marcelo Odebrecht.

No texto, distribuído por sua assessoria nesta quinta-feira, Dilma afirma que “a insistência em impor à ex-presidenta uma conduta suspeita ou lesiva à democracia ou ao processo eleitoral é um insulto à sua honestidade e um despropósito a quem quer conhecer a verdade sobre os fatos”.

en un testimonio, feito por Odebrecht no processo que pode levar à cassação da chapa Dilma Rousseff/Michel Temer, eleita em 2014, o empresário afirma que negociou primeiro com o ex-ministro Antonio Palocci –preso pela operação Lava Jato– e depois com o ex-ministro Guido Mantega uma contrapartida pela aprovação de uma medida provisória em 2009 que beneficiaria o grupo.

O empresário disse ainda que, a pedido do ex-ministro, teria organizado doações de outros empresários à campanha.

Os recursos não foram usados na campanha de 2010, segundo Odebrecht, e ficaram como crédito. Después de eso, o empresário ainda negociou uma “doação espontânea” por caixa 2 que, somados aos recursos anteriores, chegaria a 300 millones de reales. Odebrecht afirmou ainda que, por conta desse crédito, Mantega teria pedido que ele então pagasse uma dívida de campanha com o publicitário João Santana, em um valor entre 20 mi 40 millones de reales.

la nota, Dilma afirma que é “mentirosa” a afirmação de que teria pedido recursos a Odebrecht ou a outros empresários ou que tenha “autorizado pagamentos a prestadores de serviços fora do país, ou por meio de caixa dois, durante as campanhas presidenciais de 2010 e 2014”.

Dilma nega, también, que tenha indicado Mantega como seu representante para arrecadação financeira e que as campanhas tinham tesoureiros registrados.

“Por fim, cabe reiterar que todas as doações às campanhas de Dilma Rousseff foram feitas de acordo com a legislação, tendo as duas prestações de contas sido aprovadas pelo Tribunal Superior Eleitoral”, el texto dice.

Também por conta do depoimento de quarta-feira, um dos advogados de Temer no processo afirmou que as declarações de Odebrecht são “basicamente o que estava na delação” premiada do executivo e que é cedo para ter um posicionamento da estratégia de defesa.

El Palacio Presidencial, as declarações de Odebrecht foram vistas com alívio, já que o empresário confirmou o jantar com Temer no Palácio do Jaburu, mas informou que foi uma conversa “genérica” sobre contribuição e não se falou de valores.

fuente: Exame.com


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