• Grupo de trabalho define ações para combater queimadas no Amazonas

    O planejamento 2017 foi definido em cinco componentes objetivos estipulando prazo, área de ação, responsável pela execução e parceiros.
    23/03/2017 15h19 - Actualizado 23/03/2017 15h19

    Foto: divulgar


    Os órgãos que compõem o “Grupo de trabalho de prevenção, controle e combate às queimadas e incêndios florestais e qualidade do ar (GT Queimadas e qualidade do ar)” se reuniram na manhã desta quinta-feira, 23 de marzo, no terceiro encontro do ano, para fechar as estratégias de combate a queimadas no Amazonas e avaliar o resultado das ações realizadas em 2016. A reunião foi realizada na sede da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Esquema), que coordena os trabalhos do GT, na zona centro-sul.

    O planejamento 2017 foi definido em cinco componentes objetivos estipulando prazo, área de ação, responsável pela execução e parceiros. O primeiro é prevenção e controle, seguido de ações integradas de combate a focos de calor. O outro é fiscalização integrada e controle, além de monitoramento da qualidade do ar e, por último, monitoramento e avaliação do trabalho realizado.

    Entre os itens estão o estabelecimento de pactos locais, por meio de termos de cooperação com os municípios, na área de prevenção e controle de queimadas, fortalecer e intensificar a campanha de sensibilização “Diga não ao fogo. Você também é responsável” e envolver Marinha, Exército e Aeronáutica nesse processo. Outro item é promover capacitação de técnicos e agricultores em práticas que reduzam queimadas nas atividades agropecuárias, além de formar novas brigadas de combate a incêndio, principalmente nos municípios da região do Sul, Sudeste e Baixo Amazonas, bem como intensificar a fiscalização.

    Avaliação
    O grupo avaliou que o trabalho de campo desenvolvido em 2016 surtiu efeito na redução das queimadas, quando comparado a 2015. As incursões consistiram em visitar residências, principalmente da zona rural dos municípios, para sensibilizar a população e alertar sobre os riscos e prejuízos do uso do fogo em vegetação para a saúde, qualidade do ar, e meio ambiente por conta da degradação causada por focos de calor. O próximo encontro do grupo ocorrerá no dia 25 de abril.

    De acordo com o titular da Sema, Antonio Stroski, todos os envolvidos estão empenhamos em intensificar esforços para que os índices de queimadas no período seco deste ano sejam menores que os do ano passado. En 2015, fueron 15.170 registros. Ya estoy en eso 2016 fueron 12.024, o que corresponde a uma redução de 20,7% no número de queimadas. Sin embargo, ainda são preocupantes, segundo o grupo, e precisam continuar em uma curva decrescente.

    “Estamos muito felizes com o nível de qualidade das discussões e contribuições dos membros desse grupo que se tornou se referência, inclusivo, para outros Estados, que já se espelham no trabalho realizado no Amazonas para reforçar o combate às queimas em outras regiões. Todos os órgãos envolvidos estão empenhados para que os índices de queimadas continuem em escala decrescente”, destacou o Stroski.

    InteraçãoO grupo é formado por instituições federais, estaduais e municipais, tais como Sema; Ipaam; Batalhão Ambiental da Polícia Militar; Batalhão de Incêndio Florestal e Meio Ambiente (BIFMA) do Corpo de Bombeiros; Defesa Civil do Estado; secretarias municipais de Meio Ambiente; secretarias municipais e Estadual de Educação (Seduc); Secretaria de Estado de Produção Rural (Sepror); Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Ejecución); Secretaria de Estado de Saúde (Sésamo); além da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS); Ibama; Instituto Nacional de Meteorologia do Brasil (Inmet); Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam); Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio); Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra); Serviço Geológico do Brasil (CPRM); entre otros.


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