• MPF denuncia presos na Operação Courrier por tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico

    O grupo escondia as substâncias em cilindros de metal bastante espessos para ocultar e dificultar a identificação.
    24/03/2017 12h08 - Actualizado 24/03/2017 12h08

    Foto: Divulgação/Polícia Federal


    O Ministério Público Federal no Amazonas (MPF / AM) denunciou três pessoas que traficavam drogas para diversos continentes utilizando empresas de transporte. Os denunciados, presos pela Polícia Federal em fevereiro deste ano, quando foi deflagrada a Operação Courrier, escondiam as substâncias em cilindros de metal bastante espessos para ocultar e dificultar a identificação do produto pela fiscalização.

    Um dos denunciados era o responsável pelas remessas ao exterior e líder da organização, já tendo sido preso pela Polícia Civil do Amazonas por tráfico de drogas. Outro era torneiro mecânico e tinha a função de acondicionar e ocultar a droga nas peças metálicas. O terceiro denunciado tinha grande experiência em logística, por trabalhar há muitos anos no setor, com o conhecimento indispensável para viabilizar as remessas de drogas ao exterior.

    As investigações tiveram início em 2014 e identificaram, pelo menos, sete remessas de cocaína destinadas a Holanda, Espanha, Portugal e Reino Unido, que foram interceptadas pela polícia brasileira e por autoridades europeias. A forma de ocultação da droga – dentro de cilindros selados e peças metálicas – dificultava a identificação da substância, inclusive por meio de raio-X.

    O MPF pediu à Justiça Federal a condenação dos três réus por tráfico internacional de drogas e por associação para o tráfico. As penas dos crimes somadas podem variar de 9 una 30 años en prisión.

    Operação Courrier – Em 16 de fevereiro deste ano, a Operação Courrier foi deflagrada pela Polícia Federal, que cumpriu três mandados de prisão, cinco mandados de condução coercitiva e seis mandados de busca e apreensão. Entre os bens apreendidos nas residências dos réus estavam caminhonetes de luxo, celulares e joias.

    Fuente: MPF-AM


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