Citado en las decisiones Fachin, Gobernadores se manifiestan en las investigaciones

Fachin autorizou a abertura de inquérito de três governadores no STF – Alagoas, Acre e Rio Grande do Norte – , já que eles são citados em ações envolvendo políticos com foro privilegiado.
12/04/2017 15h05 - Actualizado 13/04/2017 11h37
foto: AM Mensaje

O Ministros Edson FACH, Relator de la Operación lava Jato en el Tribunal Supremo (STF), anunció ayer (11) decisões que envolvem 12 atuais governadores. Fachin autorizou a abertura de inquérito de três governadores no STF – Alagoas, Acre e Rio Grande do Norte – , já que eles são citados em ações envolvendo políticos com foro privilegiado. O ministro determinou ainda que as citações contra nove governadores nas delações de ex-executivos da Odebrecht sejam remetidas ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), instância responsável por julgar mandatários do Executivo estadual. Fachin atendeu ao pedido de desmembramento feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Os governadores citados manifestaram-se sobre a decisão do Supremo. Todas as decisões proferidas pelo ministro Edson Fachin sobre a abertura de investigação contra pessoas citadas nos depoimentos de delação premiada de ex-executivos da Odebrecht foram publicadas em edição extra do Diário da Justiça. en conjunto, o ministro retirou o sigilo de 74 de 76 inquéritos cuja abertura foi autorizada por ele contra 83 políticos suspeitos de envolvimento em esquemas de corrupção.

Veja os posicionamentos dos governadores cuja abertura de inquérito foi autorizada:
1 – Renan Filho, governador de Alagoas
2 – Robinson Faria, Rio Grande do Norte gobernador
3 – Tiao Viana, governador do Estado do Acre

O governador de Alagoas, Renan Filho, declarou que todas as doações recebidas durante a campanhaocorreram dentro da lei e foram devidamente declaradas e aprovadas pela Justiça Eleitoral”.

En la mañana del miércoles (12), Robinson Faria divulgou nota em que diz que ainda não teve acesso ao teor da denúncia, “mas quero deixar claro que minha postura é de serenidade e consciência tranquila. Estou pronto para prestar os esclarecimentos que venham a ser necessários à Justiça”.

O governador do Acre, Tiao Viana, também divulgou nota em que classifica a divulgação comomomento dantesco da vida nacional” en que “parece que nenhuma linha fina separa a honra da desonestidade”. “Defendo a apuração de qualquer fato suspeito e a punição de qualquer um que tenha culpa provada. por lo tanto, também tenho integridade, coerência e coragem para não aceitar a sanha condenatória de setores poderosos que destroem reputações tomando apenas a delação interessada de corruptos apanhados no crime”. Segundo Viana, a construtora Odebrecht nunca realizou qualquer obra no Acre.

Veja os posicionamentos dos governadores cujas citações foram remetidas ao STJ:
1 – Paulo Hartung (Espíritu Santo)
2 – Geraldo Alckmin (San Pablo)
3 – Fernando Pimentel (Minas Gerais)
4- Flávio Dino (Maranhão)
5 – Luiz Fernando Pezão (Rio de Janeiro)
6 – Raimundo Colombo (Santa Catarina)
7 – Marcelo Miranda (Tocantins)
8 – Beto Richa (Paraná)
9 – Marconi Perillo (Goiás)

O governador do Espírito Santo, Paulo Hartung, ressaltou em nota que não disputou as eleições de 2010 mi 2012. “por lo tanto, é leviana, mentirosa e delirante a citação de que ele teria recebido recursos da construtora Odebrecht”, declarou por meio de sua assessoria. “O governador afirma que acusações infundadas como essa só contribuem para confundir, tumultuar a investigação e manchar a trajetória das pessoas de forma irresponsável”.

Geraldo Alckmin, governador de São Paulo, manfestou-se por meio de sua assessoria de imprensa. “Jamais pedi recursos irregulares em minha vida política, nem autorizei que o fizessem em meu nome. Jamais recebi um centavo ilícito. De la misma forma, sempre exigi que minhas campanhas fossem feitas dentro da lei”, dicho.

El gobernador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, disse que só vai se pronunciar depois que o teor das delações for divulgado.

Flávio Dino, governador do Maranhão, publicado hoy (12) nas redes sociais nota em que diz: “No meu caso há palavra de uma pessoa que me acusa contra documentos que provam que a acusação é falsa. Por eso, reafirmo: se um dia for investigado, em qualquer lugar, a conclusão vai ser a mesma de sempre. Tenho vida limpa e honrada”.

El gobernador de Río de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, disse que não vai comentar o assunto porque não sabe do que está sendo acusado, pois foram divulgados apenas nomes em uma suposta lista.

Por meio da assessoria de imprensa, el gobernador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, disse que a empresa Odebrechtnão tem nenhum contrato, obra ou projeto com o governo do estado de Santa Catarina, não tendo sequer participado de licitações desde o início da atual administração em janeiro de 2011. O governo do estado aguarda a abertura do sigilo das informações para prestar todos os esclarecimentos cabíveis”.

Em relação ao governador de Tocantins, Marcelo Miranda, a Secretaria de Estado da Comunicação Social disse em nota que elefoi somente citado, não houve indiciamento. Mas vale considerar que todas as doações de campanha do governador foram feitas de forma legal, devidamente declaradas e as contas aprovadas”.

Beto Richa, governador do Paraná, Dijo en un comunicado: “Desconheço o contexto no qual tive meu nome citado. Todas as minhas campanha tiveram a origem dos recursos declarada à Justiça Eleitoral.

O governador de Goiás, Marconi Perillo, disse que só irá se manifestar após conhecimento integral do teor das declarações apresentadas. “O governador reitera que acredita na Justiça e que irá esclarecer qualquer eventual questionamento, mesmo porque, hasta ahora, não há qualquer inquérito autorizado pelo Poder Judiciário em tramitação no STJ, sendo impossível uma manifestação acerca de citação sem a devida contextualização”, diz nota publicada pelo governo. “O governador ressalta que nunca pediu ou autorizou que solicitassem em seu nome qualquer contribuição de campanha que não fosse oficial e rigorosamente de acordo com a legislação eleitoral”.


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