Fachin envía investigaciones contra Aécio, Juca y Renan a la Policía Federal

Aécio Neves e Romero Jucá são os que acumulam o maior número de pedidos de investigações na Lava Jato, cinco ao todo.
18/04/2017 11H51 - Actualizado 18/04/2017 11H51
foto: reproducción

Ministro de la Corte Suprema (STF) Edson Fachin, Relator de la Operación lava Jato, determinou o envio dos inquéritos envolvendo os senadores Aécio Neves (PSDB-MG), Romero Juca (PMDB-RR) e Renan Calheiros (PMDB-AL) para a Polícia Federal (PF). A decisão dá início ao processo de investigação na PF, que poderá solicitar quebra dos sigilos telefônico e fiscal, além da oitiva dos próprios acusados.

As investigações envolvendo outros parlamentares também deverão seguir o mesmo procedimento nos próximos dias. Os inquéritos foram abertos pelo ministro, a petición de la Oficina del Procurador General (PGR), para apurar citações aos nomes dos parlamentares nos depoimentos de delação de ex-executivos da empreiteira Odebrecht.

Aécio Neves e Romero Jucá são os que acumulam o maior número de pedidos de investigações na Lava Jato, cinco ao todo. Renan Calheiros foi citado em quatro inquéritos envolvendo a Odebrecht e passou a responder a 12 investigações na operação.

Otro lado

Após a abertura da investigação, o senador Aécio Neves disse considerarimportante o fim do sigilo sobre o conteúdo das delações”. Segundo o comunicado, a divulgação das colaborações premiadas foi solicitada pelo próprio parlamentar a Fachin na semana passada. “[Aécio Neves] considera que assim será possível desmascarar as mentiras e demonstrar a absoluta correção de sua conduta”, informou a assessoria do senador.

Já Romero Jucá disse quesempre esteve” mi “sempre estará” à disposição da Justiça para qualquer informação. “Nas minhas campanhas eleitorais, sempre atuei dentro da legislação e tive todas as minhas contas aprovadas”, dijo el parlamentario, também por meio de nota.

Renan Calheiros disse que a abertura dos inquéritos permitirá que ele possa conhecero teor das supostas acusações para, por último, exercer meu direito de defesa sem que seja apenas baseado em vazamentos seletivos de delações”.

Um homem público sabe que pode ser investigado. Mas isso não pode significar uma condenação prévia ou um atestado de que alguma irregularidade foi cometida. Acredito que esses inquéritos serão arquivados por falta de provas, como aconteceu com o primeiro deles”, argumentou o senador e ex-presidente do Senado.

fuente: Agencia Brasil


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