Presidente de la Federación de Fútbol de Amazonense está lejos de irregularidades en las cuentas

Dissica Valério Tomaz será reemplazado por Cláudio Nobre, El vicepresidente de Clube rápido, que fue nominado para la solución de las cuentas antes de que el poder judicial
24/04/2017 16h57 - Actualizado 25/04/2017 10h58
foto: reproducción

El Fiscal del Estado de Amazonas (MP-AM), por meio da 47ª Promotoria de Justiça de Fundações e Massas Falidas (47ª PJFMF), obteve decisão judicial determinando o imediato afastamento do Presidente da Federação Amazonense de Futebol (FAF), Dissica Valério Tomaz, em ação de exigir contas.

Para dirigir a entidade e regularizar as contas a Justiça nomeou Claudio Lúcio Muniz Nobre, El vicepresidente de Clube rápido. A FAF teve as contas de 2003 un 2013 consideradas reprovadas quanto à regularidade contábil referente às exigências da Lei 9.615/98 (Lei do Desporto).

“A decisão do magistrado foi muito bem fundamentada”, disse a titular da 47ª PJFMF, Katia Maria Araújo de Oliveira, segundo quem, há mais de dez anos a FAF não prestava contas de maneira regular.

En su defensa, a Federação alegou que foi vítima de crime de furto de diversos objetos e documentos, a mediados de 2012. A perícia contábil judicial, sin embargo, demonstrou que não houve publicação do extravio de documentos em jornal de grande circulação nem comunicado do extravio à Receita Federal, como determina a lei.

O laudo pericial contábil que integra o processo nº 0614961 18.2014.8.04.0001,puntiagudo, “entre outras irregularidades”, demonstrações contábeis irregulares, sem assinatura de contador e administrador, auditoria feita por contadores sem independência, rasuras, demonstrações não apresentadas, distorções em balancetes, inexistência de livros contábeis obrigatórios e atas de aprovação de Balanços Gerais por Assembleias Gerais da entidade. Contrariando reiteradas declarações da ré de que não recebeu aporte de verbas públicas no período, o laudo também demonstrou que a FAF recebeu, sim, repasse de verbas do Governo do Estado do Amazonas, o que obrigaria a entidade a criteriosa prestação de contas.

Cópias da decisão que condena a FAF foram remetidas à Secretaria de Estado de Juventude, Esporte e Lazer do Estado do Amazonas (Sejel), ao TCE-AM, ao Conselho Nacional do Esporte (CNE/Ministério do Esporte) e à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para conhecimento e providências que os órgãos julgarem necessárias.


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