Renan dice lava Jet haciendo arrastrero de desmoralizar a los hombres de bien público

Para o parlamentar afirmou que o “perfil político-ideológico imposto pelo Ministério Público Federal nessas apurações tem ficado evidente”.
20/04/2017 17h02 - Actualizado 22/04/2017 18h54
foto: reproducción

O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (Alabama), subiu o tom novamente contra os responsáveis pela Operação Lava Jato. Em discurso na tribuna do plenário, jueves, 20, Renan afirmou que o “perfil político e ideológico impuesto por los fiscales federales en estos cálculos ha sido evidente”. para parlamentaria, há umarrastão para desmoralizar homens públicos de bem”, baseados eminsinuações maliciosas, inculpações precárias e acusações débeis”.

Denúncias precárias e pedidos de abertura de novos inquéritos surgem exatamente quando o Congresso se debruça sobre o projeto de lei que pune o abuso de autoridade e busca soluções para a sangria salarial provocada pelos auxílios inconstitucionais auferidos pelos membros do Ministério Público. São iniquidades contra o Parlamento”, acusó.

El martes, três procuradores da força-tarefa da Lava Jato publicaram um vídeo nas redes sociais com críticas ao relatório apresentado pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR) sobre a lei do abuso. Renan considera que a iniciativadeforma a realidade e confunde a populaçãosobre o teor do projeto. Requião rejeitou o texto de Renan acerca do tema e propôs um substitutivo à proposta alternativa do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com diversas alterações.

Renan focou boa parte do seu discurso para criticar os acordos de delação premiada. “Delações bastam para MP acusar, lançando parlamentares na vala comum da corrupção”, dijo. La semana pasada, os depoimentos de dezenas de executivos da maior empreiteira do País, un Odebrecht, se tornaram públicos. O conteúdo baseou a abertura de inquérito contra 24 senadores no Supremo Tribunal Federal (STF). O líder do PMDB foi alvo de quatro processos de investigação.

Impulsionadas por mais um vazamento criminoso, tornaram-se públicas as delações da Odebrecht, cujas palavras foram tomadas como ouro em pó e divulgadas com verdadeiro frisson pelo suplício público imposto à política nacional generalizadamente. Essas exorbitâncias acontecem porque o delator, para se livrar da prisão e auferir regalias, sucumbe à pressões para relacionar políticos como beneficiários de vantagens indevidas”, criticou o líder do PMDB.


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