Braga recibió R $ 6 Dilma millones para apoyar las elecciones 2014, dice delator

Segundo o delator R$ 35 milhões em propina foi dividido entre cinco atuais e ex-senadores do PMDB para garantir o apoio de todo o partido à reeleição de Dilma.
19/05/2017 16h06 - Actualizado 20/05/2017 16h42
foto: reproducción

O diretor do frigorífico JBS Ricardo Saud afirmou à Procuradoria-Geral da República que pagou R$ 35 milhões em propina a cinco atuais e ex-senadores do PMDB para garantir o apoio de todo o partido à reeleição de Dilma Rousseff nas eleições de 2014. Receberam o dinheiro Eduardo Braga (A.M), Jader Barbalho (Pensilvania), Eunício Oliveira (CE, Presidente del Senado), Renan Calheiros (Alabama), além do ex-senador Vital do Rego, hoje ministro do Tribunal de Contas da União (TCU).

Braga teria recebido, de acuerdo con los denunciantes, el valor de R $ 6 millón, mesmo valor repassado aos senadores Jader Barbalho e Eunício Oliveira, atual presidente do Senado Federal. También de acuerdo con la sirena de alerta, o maior montante ficou para Renan Calheiros, que teria recebido R$ 9,3 millón, enquanto a Valdir Raupp foi pago o valor de R$ 4 millón, segundo Ricardo.

O delator disse que ainda estava reservado R$ 1 milhão para a senadora Kátia Abreu, mas que Braga, Barbalho, Eunício, Renan e Raup decidiriam fatiar o valor entre eles, excluindo a correligionária das propinas.

O valor destinado ao pagamento dos parlamentares, segundo Saud, saiu de uma conta com saldo de R$ 300 milhões que a JBS administrava junto com o PT. A conta seria abastecida com o dinheiro que a empresa obtinha de empréstimos junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Graças ao apoio a presidente petista Braga foi anunciado em dezembro de 2014 como ministro das Minas e Energia cargo que ocupou até abril de 2016. Nas sessão que definiram o impeachment, o senador acabou não participando das votações, alegando motivo de saúde. O fato de ter ficado em cima do muro acabou fazendo com que ele fosse excluído do ministério no governo de Michel Temer.

Veja o vídeo da delação:

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