Cunha Defensa pide al inicio del partido STF de anulación de JBS

En la apelación a la Suprema, los abogados de cuña dicen que no hay pruebas sobre el supuesto pago mensual a ex legislador para comprar su silencio, como testimonio de la denunciante JBS.
29/05/2017 15h49 - Actualizado 30/05/2017 09h01
foto: reproducción

A defesa do ex-deputado federal Eduardo Cunha pediu hoje (29) el Tribunal Supremo (STF) a anulação do acordo de delação da JBS. Cunha foi citado nos depoimentos de delação do empresário Joesley Batista, um dos donos da empresa. O ex-parlamentar está preso na Superintendência da Polícia Federal (PF) en Curitiba, por determinação do juiz federal Sérgio Moro.

En la apelación a la Suprema, los abogados de cuña dicen que no hay pruebas sobre el supuesto pago mensual a ex legislador para comprar su silencio, conforme um dos depoimentos da delação da JBS.

A defesa também criticou os benefícios concedidos pelo Ministério Público Federal (MPF) aos delatores ligados à empresa, como dispensa de prisão e permissão para morar nos Estados Unidos. “Não tem a menor razoabilidade, tampouco proporcionalidade, esse grupo de delatores se beneficiar com tamanha generosidade, ante a quantidade e complexidade dos supostos crimes apresentados”, argumenta la defensa.

Eduardo Cunha está preso desde outubro do ano passado, um mês após ter tido o mandato de deputado cassado na Câmara. En abril, ele foi condenado pelo juiz federal Sérgio Moro a mais de 15 anos de prisão pelos crimes de corrupção passiva, lavado de dinero y evasión de impuestos.

En los procesos penales, Cunha foi acusado de receber mais de 1,3 milhão de francos suíços em propina por um contrato de exploração da Petrobras em um campo de petróleo no Benin, África. O contrato levou a um prejuízo de US$ 77,5 milhões para a estatal, según el Ministerio Público de la Federación.

André Richter – Agencia Brasil


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