Informante dice que preguntó 'por el amor de Dios’ Aécio a dejar de pedir dinero

La declaración fue hecha cuando el informante pasó a describir los pagos satisfechos al senador tucán.
20/05/2017 16H26 - Actualizado 22/05/2017 10h05
foto: reproducción

Em depoimento à Procuradoria-Geral da República no âmbito de sua delação premiada, o empresário Joesley Batista disse que em 2016 chegou a pedir para um preposto do senador Aécio Neves (PSDB-MG) que pelo amor de Deus ele parasse de pedir dinheiro.

"En 2016, um dia na casa dele ele me pediu 5 milhões e eu não dei. Logo depois começou (sic) as investigações contra mim e eu chamei aquele amigo dele, Flávio, e pedi pro Flávio para pedir a ele para, por el amor de Dios, parar de me pedir dinheiro”, , dijo Batista.

A afirmação foi feita quando o empresário passou a descrever pagamentos feitos por ele ao senador tucano. Joesley iniciou o tópico ‘Aécio’ descrevendo que conheceu o senador durante a campanha de 2014. “Fomos o maior doador da campanha dele”, dicho. O empresário relatou que já no ano seguinte à eleição, Aécio continuou pedindo dinheiro com a justificativa de que era para arcar com dívidas de campanha.

Ele descreveu o repasse de R$ 17 milhões ao senador por meio da compra superfaturada de um prédio em Belo Horizonte, de propriedade de um aliado do senador. “Precisava de R$ 17 milhões e tinha um imóvel que dava para fazer de conta que valia R$ 17 millones ", dicho. Segundo o empresário foi Aécio quem indicou o imóvel. Questionado por um procurador se tratava-se de um superfaturamento do imóvel para justificar esse repasse de dinheiro, o empresário disse: "Sin duda. Não estávamos atrás de comprar um prédio em Belo Horizonte.”


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