Condenado a 8 años de cárcel para el uso de documento falso, Silas dice que apoya Amazonino para 'salvar la crisis AM’

La pena no se cumplió por haber transcurrido más de ocho años si entre la ocurrencia de los hechos y la recepción de la queja y por qué, se extinguió.
26/06/2017 11h56 - Actualizado 26/06/2017 17h27
foto: reproducción

Congresista Silas Casa (PRB), que había anunciado un candidato, pero luego se dio la vuelta para seguir la decisión de su grupo político y ahora apoya la candidatura del ex gobernador Amazonino Mendes (PDT), afirmou que o seu apoio ao cacique tem o objetivo desalvar o Amazonas da crise”.

Silas foi um dos deputados que votou a favor da Reforma Trabalhista em abril deste ano, colocando em risco o direito de todos os trabalhadores do país. Em sua justificativa para o voto a favor, o parlamentar afirmou que o projeto de lei não retirava os direitos do trabalhador, mas que fazia ao contrário, gerava emprego. Câmara também exaltou a medida que acabava com o imposto sindical dizendo que a contribuição anual “sustentava a malandragem”.

As atitudes contra o povo não param por aí, en octubre del año pasado, Silas foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a oito anos de prisão pelos crimes de uso de documento falso e falsidade ideológica.

Según la denuncia, en 1997, o deputado encomendou a um despachante a alteração de seu registro civil, incluindo o sobrenome da mãe. Com o novo documento de identidade, ele obteve nova carteira de identidade e novo registro no Cadastro de Pessoas Físicas da Receita Federal (CPF), o que foi configurado como falsidade ideológica.

Ainda segundo a mesma denúncia, com os novos documentos, o parlamentar alterou o contrato social da empresa da qual era sócio, o que configurou como uso de documento falso, e tinha o objetivo de se livrar de inconvenientes relacionados ao seu verdadeiro nome. Somente quando as acusações se tornaram públicas Silas informou às autoridades sobre a duplicidade e providenciou o cancelamento.

Câmara não foi preso porque a maioria dos ministros reconheceu a prescrição da pretensão punitiva com base nas penas concretas, por terem se passado mais de oito anos entre a ocorrência dos fatos delituosos (1997 mi 1998) e o recebimento da denúncia (2009) e julgaram extinta a punibilidade nos termos do artigo 109, inciso V, do CP.

fuente: Escribir AM Mensaje


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