PF dice que el Supremo que no pueden permitirse el lujo de mantener exdiputado arrestado

A corporação afirma que as celas não comportam presos provisórios.
23/06/2017 16H39 - Actualizado 23/06/2017 16H39
foto: reproducción

La Policía Federal (PF) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que não tem condições de manter o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) preso na carceragem da Superintendência em Brasília. Em ofício enviado à Corte por um dos delegados responsáveis pela custódia de Loures, a corporação afirma que as celas não comportam presos provisórios.

“Considerando as condições acima explanadas e levando-se em conta a segurança das instalações, os horários de visita de advogados e familiares aos presos da Superintendência da Policia Federal no Distrito Federal são limitados conforme orientações normativas internas”, dice PF.

A manifestação da PF foi motivada por um pedido feito pela defesa de Rocha Loures. A principios de este mes, ao ser preso por determinação do ministro Edson Fachin, Loures tinha sido transferido para o presídio da Papuda, mas pediu para deixar o local após alegar supostas ameaças.

Os advogados pretendem que o ex-deputado seja transferido para um batalhão da Polícia Militar localizado dentro da Papuda ou que passe e cumprir prisão domiciliar.

O ex-deputado foi flagrado pela PF recebendo uma mala com R$ 500 mil na Operação Patmos, investigação baseada nas informações da delação premiada da JBS. O ministro atendeu a um pedido feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. De acuerdo con el fiscal, a prisão de Loures é “imprescindível para a garantia da ordem pública e da instrução criminal”.

André Richter – Agencia Brasil


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