fiscal argentino pide 29 las personas son investigadas en el caso Odebrecht

La solicitud de citar como alcances investigados, entre otros, el ex jefe de estado de suministro de agua y de saneamiento, AYSA, Carlos Ben, y el ex presidente de la Cámara Argentina de la Construcción, Carlos Wagner.
21/06/2017 13h07 - Actualizado 21/06/2017 13h07
foto: reproducción

Um promotor argentino pediu nesta quarta-feira (21) que 29 pessoas prestem esclarecimentos à Justiça no caso que busca determinar se houve superfaturamento e pagamento de propina na licitação para a construção de duas usinas de tratamento de água, dentro das concessões para a construtora brasileira Odebrecht. A informação é da agência EFE.

O pedido, que o promotor Federico Delgado remeteu ao juiz Sebastián Casanello, foi formulado com base nos supostos crimes de fraude contra a administração pública e negociações incompatíveis com a função pública, informaram fontes da Justiça da Argentina.

La solicitud de citar como alcances investigados, entre otros, el ex jefe de estado de suministro de agua y de saneamiento, AYSA, Carlos Ben, y el ex presidente de la Cámara Argentina de la Construcción, Carlos Wagner.

No pedido, Delgado detalha os fatos pelos quais pede que eles sejam investigados, que se referem principalmente aoconluioentre os empresários e indivíduos que representavam os interesses estatais, “que usaram a lei de modo instrumental, o sea, para esconder os delitos”, fazendo umuso particular” estado.

A Justiça argentina investiga o suposto envolvimento da construtora brasileira em irregularidades e no pagamento de propinas para vencer licitações de obras públicas durante o governo de Cristina Kirchner (2007-2015), mas também existe um processo aberto contra o atual titular da Agência Federal de Inteligência, Gustavo Arribas, pelo recebimento de propina em 2013.

No processo sobre o qual se manifestou hoje Delgado estão sendo analisados os detalhes em torno das ampliações de uma usina de tratamento de água na localidade de Tigre, na Grande Buenos Aires, e de uma estação de tratamento em Berazategui, também nos arredores da capital, encomendadas pela estatal AYSA.

Además, a Justiça argentina investiga a concessão para a Odebrecht de um projeto de ampliação de gasodutos (2006-2008) e a ampliação da ferrovia Sarmiento, licitada em 2006.

A Odebrecht admitiu, em dezembro passsado, que pagou cerca de US$ 35 milhões em propinas na Argentina, um fato que atinge tanto funcionários do governo anterior como do atual.

No dia 16 junio, a procuradora-geral da Argentina, Alejandra Gils Carbó, e seu equivalente no Brasil, o procurador-geral da República Rodrigo Janot, chegaram a um acordo para criar uma equipe conjunta de investigação, formada por promotores e procuradores dos dois países, para investigar os casos envolvendo as concessões de obras públicas à Odebrecht.

fuente: Agencia Brasil


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