Sérgio Cabral está condenado a 14 años y dos meses para la corrupción y el lavado de dinero

Decisão foi publicada no sistema da Justiça nesta terça-feira (13).
13/06/2017 11h05 - Actualizado 13/06/2017 12h35
foto: reproducción

O ex-governador do Rio, Sérgio Cabral, foi condenado pelo juiz Sérgio Moro em uma ação da Lava Jato no Paraná a 14 años y 2 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
A decisão foi publicada no sistema da Justiça Federal por volta das 11h terça-feira (13). Veja a íntegra da sentença.

su esposa, Adriana Ancelmo, foi absolvida por falta de prova suficiente de autoria ou participação. A ré Mônica Carvalho também foi absolvida pelo mesma razão.

Para Moro, os atos de corrupção e de lavagem de dinheiro são um fato “assustador”, além de revelar a prática sistemática de crimes graves de corrupção.

Os atos de corrupção e lavagem reconhecidos na presente sentença inserem-se em um contexto maior de prática sistemática de infrações penais pelo ex-governador e seus associados e que é ilustrado pelas cerca de nove ações penais contra eles já propostas na Justiça Federal do Rio de Janeiro e igualmente encontra prova neste mesmo feito no sentido de que era cobrado um percentual de vantagem indevida em toda obra pública realizada no Estado do Rio de Janeiro”, dijo Sergio Moro.

De acuerdo con el MPF, Sérgio Cabral, Adriana Ancelmo e outros dois réus – Carlos Miranda e Wilson Carlos – “se valeram do cargo do ex-governador para solicitar e receber vantagem indevida”. Este fato, según los fiscales, é motivo para aumento de pena para os crimes de corrupção.

Ainda conforme o MPF, o grupo teve envolvimento no pagamento de vantagens indevidas a partir do contrato da Petrobras com o Consórcio Terraplanagem Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (comperj), formado pelas empresas Andrade Gutierrez, Odebrecht e Queiroz Galvão. La denuncia presentada por los fiscales federales (MPF) foi aceita em dezembro do ano passado.


Veja os réus condenados e os respectivos crimes

Sérgio Cabral – ex-governador do Rio de Janeiro: corrupción pasiva, 12 crimes de lavagem de dinheiro

Wilson Carlos Cordeiro de Silva Carvalhosecretário do governo do Rio de Janeiro durante a gestão de Cabralcorrupção passiva e dois crimes de lavagem de dinheiro.


Carlos Emanuel de Carvalho Miranda
sócio do ex-governador Sérgio Cabralcorrupção passiva e quatro crimes de lavagem de dinheiro.

Rogério Nora e Clóvis Peixoto também foram denunciados pelo MPF e se tornaram réus nesta mesma ação penal pelo crime de corrupção ativa. sin embargo, en enero 2017, o MPF requereu a suspensão do processo em relação aos dois, devido ao acordo de colaboração premiada firmado com eles.

“Considerando a dimensão dos crimes e especialmente a capacidade econômica de Sérgio Cabral ilustrada pelo patrimônio declarado de quase R$ 3 millones y, que considerando o examinado nesta sentença, certamente é maior, fixo o dia multa em cinco salários mínimos vigentes ao tempo do último fato delitivo (05/2014)”, disse Sérgio Moro sobre a multa destinada a Cabral.

Caso haja recurso, Cabral deve responder preso, de acordo com a sentença de Sérgio Moro.

fuente: G1


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