Consejero presenta enmienda a dejar de gastar la publicidad innecesaria Manaus Prefectura

A administração atual gasta cerca de R$ 10 milhões por mês com publicidade e propaganda, desrespeitando o povo.
28/06/2017 10h44 - Actualizado 28/06/2017 15H52
foto: reproducción

El viernes (23) aconteceu no Plenário Adriano Jorge da Câmara Municipal de Manaus (CMM) a audiência pública sobre Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), uma das emendas mais importantes e apresentadas pelo vereador Marco Antônio Chico Preto (PMN), de número 051/2017 tratou sobre o limite máximo de 0,7% da Receita Liquida Corrente para despesas com publicidade, mas não foi aprovado no decorrer da audiência.

Durante a discussão na Casa Legislativa, o vereador Chico Preto (PMN), defendeu as suas 38 propostas de emendas à LDO, mas o embate aconteceu quando ressaltou em diversas vezes o nome do prefeito de Manaus, Arthur Virgílio (PSDB), questionando a razão de não aprovarem a emenda que abaixaria um gasto de cerca de R$ 70 milhões por ano para R$ 25 millón.

Segundo o parlamentar municipal, não há motivo dessa provação ser bloqueada, a não ser que o prefeito esteja pagando contas de eleições anteriores. “Se o prefeito quer fazer publicidade, porque não usar as redes sociais para fazê-lo?. As pessoas vão lá e dão os likes, compartilham. A melhor publicidade ainda é o “boca a boca” e não gastar milhões, podendo investir nas áreas mais urgentes.”, disse Chico Preto.

Ainda no discurso o parlamentar diz que “há situações” na Casa que “não se respeita o povo”. “Quem está gastando cerca de R$ 10 milhões por mês com publicidade e propaganda, não respeita o povo. Nós temos que limitar esse gasto na cidade de Manaus para se fazer outras questões.”, finaliza o vereador.

Chico Preto também lembra que enquanto o Arthur continuar liberando verbas exorbitantes como o de R$ 6 milhões para o Fundo Social de Solidariedade (FSS), presidido pela primeira-dama de Manaus, Elisabeth Valeiko, a população manauara continuará padecendo com uma má gestão pública.

No período de 2013 a 2016, a capital manauara com exceção de 2015, obteve uma média do aumento de receita no valor de R$ 351.000.000, 00, sin embargo, contrariando uma política de gastos com órgãos como ocorreu junto a Secretaria de Comunicação do Município (Secom).


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