• Após denúncia contra Temer, PGR diz ter recebido várias ameaças

    Janot acabou dando um recado para os seus inimigos. Ele comentou que se ao estar vivo já dá trabalho, eles vão se surpreender mais se ele morrer.
    07/07/2017 16h37 - Actualizado 7/07/2017 22h20

    Foto: Fellipe Sampaio (STF)


    O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, participou de um congresso em São Paulo e se defendeu de várias críticas de que não teria provas suficientes para denunciar o presidente Michel Temer.

    No evento, o chefe da Procuradoria-Geral da República comentou sobre a sua segurança pessoal. Ele afirmou já ter recebido várias ameaças e disse que anda precavido com tudo. Ele possui seguranças em torno dele 24 horas al día, e afirmou tratar tudo como uma questão profissional.

    De acordo com Janot, existem comprovações das ações fraudulentas do presidente. “Não é possível que eu para pegar um picareta tenha que fotografar ele tirando a carteira do bolso de outro”, afirma o procurador-geral da República. Para el, trazer provas muito concretas é algo difícil, mas o que vale é analisar a narrativa no todo.

    Janot acabou dando um recado para os seus inimigos. Ele comentou que se ao estar vivo já dá trabalho, eles vão se surpreender mais se ele morrer, pois aí a confusão será pior. O procurador chegou a brincar com o assunto dizendo que os seus inimigos acabam torcendo para ele não cair no banheiro e bater a cabeça porque as coisas iriam piorar para eles, se ele morresse.


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