Cármen Lúcia dice que la falta de comunicación judicial mejora conflicto

Estaban hablando durante la tercera reunión del Colegio Nacional Judicial Ombudsman, que tiene lugar en Belo Horizonte.
07/07/2017 22h16 - Actualizado 10/07/2017 12h04
foto: reproducción

El Presidente de la Corte Suprema (STF), Ministro Carmen Lucía, Dijo el viernes (7) que a Justiça precisa se fazer entender, de forma que o cidadão possa compreender o que dizem as decisões. Para ella, a falta de comunicação potencializa conflitos e desentendimentos.

Estaban hablando durante la tercera reunión del Colegio Nacional Judicial Ombudsman, que tiene lugar en Belo Horizonte. Cármen Lúcia ministrou a palestra Poder Judiciário e Sociedade Democrática: o Papel das Ouvidorias Judiciais.

O evento teve a finalidade de difundir o instituto das ouvidorias como instrumento de promoção da cidadania e de aprimoramento democrático da gestão. Os ouvidores judiciais atuam nos órgãos do Poder Judiciário no contato com os cidadãos. Eles são responsáveis, por ejemplo, por receber e buscar responder reclamações, sugerencias, consultas e denúncias.

Em sua apresentação, Cármen Lúcia disse ainda que as críticas ao Poder Judiciário fazem parte de um contexto onde o cidadão acompanha as decisões, o que é positivo. “Todo mundo fala o tempo todo. Denuncia e critica, como tem de ser mesmo”. Ela afirmou que, até pouco tempo atrás, o STF era desconhecido da maioria das pessoas.

A ministra também falou sobre a legitimidade do Poder Judiciário. Ela ressaltou que a Justiça está a serviço da sociedade e que é importante que os cidadãos contribuam para o aperfeiçoamento das instituições, mas avaliou que as decisões devem ser tomadas baseadas na razão e não de acordo com o desejo do povo.

Nós temos que aplicar o direito sabendo que precisamos nos legitimar. A legitimidade no caso das instituições do Poder Judiário é uma legitimidade racional. A razão de ser de nós julgarmos está posta na Constituição. E todos nós estamos exercendo um cargo nos termos da Constituição e, por lo tanto, aplicando as leis nos termos fixados por outro poder. Isso é importante para marcar a legitimidade democrática do nosso papel e para que a sociedade saiba que não é a força que está prevalecendo, é o direito que está se impondo”, dicho.

Léo Rodrigues – Agencia Brasil


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