Corte rechaza recurso contra la decisión de la Sala sobre el precio de estacionamiento en centros comerciales

O recurso tentava derrubar decisão favorável a Abrasce, que questionou a Lei que concedia isenção da taxa de estacionamento em shoppings para quem comprovasse despesas de dez vezes o valor da taxa ou a permanência gratuita por até 30 minutos.
12/07/2017 11h32 - Actualizado 12/07/2017 15h36
foto: reproducción

Os desembargadores rejeitaram nesta terça-feira (11), por unanimidade de votos, os embargos de declaração apresentados pela Câmara Municipal de Manaus (CMM) en ningún caso 0006628-61.2016.8.04.0000, tendo como embargada a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce).

A entidade obteve decisão favorável em Ação Direta de Inconstitucionalidade ao questionar a Lei Municipal nº 417/2015, que concedia isenção da taxa de estacionamento em shoppings de Manaus para quem comprovasse despesas de dez vezes o valor da taxa ou a permanência gratuita por até 30 minutos no local.

Os embargos foram rejeitados, segundo o voto do relator, Wellington juez José de Araújo, onde avaliou que o “acórdão embargado apresenta fundamentação suficiente para se concluir que a Lei Municipal nº 417/2015 disciplina matéria de Direito Civil, cuja competência legislativa é privativa da União”.

Además de esto, o relator considerou que esta premissa prejudica qualquer fundamento de constitucionalidade baseado no exercício da competência legislativa do município no âmbito do interesse localo órgão alega ser de Direito do Consumidor -, entre outros argumentos que levaram ao improvimento do recurso.

fuente: TJAM


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