profesionales de la salud acusados ​​de violar a la mujer después del parto niegan el crimen

Por meio de advogado, os profissionais da saúde afirmaram que o marido da parturiente, o denunciante, “vê coisas onde não existe” ou “fez uma interpretação errada de um procedimento comum”.
10/07/2017 12h53 - Actualizado 10/07/2017 16h37
foto: reproducción

Os funcionários da Maternidade Moura Tapajós que foram acuados de estuprar uma mulher após ela ter o filho, de parto cesárea, la semana pasada, negaram a acusação por meio de um advogado. Os técnicos de enfermagem foram denunciados pelo marido da mulher que disse ter visto os dois tocarem na vagina e nádegas da esposa de forma sexual.

Por meio do advogado, os profissionais da saúde afirmaram que o marido da parturiente, o denunciante, “vê coisas onde não existe” ou “fez uma interpretação errada de um procedimento comum”. Eles divulgaram ainda que o denunciante tenha algum transtorno psicológico, psicótico, e vê coisas onde não existe, ou fez uma interpretação errada de um procedimento que é plenamente comum.

Eles contestam, que segundo a versão do marido, os dois profissionais não teriam percebido a presença dele na sala de parto, o que para eles é impossível, já que não tem como se esconder na sala que é pequena e que a esposa estava de frente para área onde o marido estaca.

De acuerdo con el abogado, os técnicos fizeram os procedimentos de praxe após o parto, fizeram limpeza normal, compressão abdominal para expelir o restante de parto, jogaram o soro fisiológico e fizeram uma espécie de compressa para fazer retirada do excesso de sangue do abdômen da paciente. Quando se faz isso a (parturiente) fica de lado para se fazer a limpeza da área, momento em que a coxa e nádegas são tocadas de forma a seguir o procedimento.

Eles afirmam ainda, que o marido mentiu ao dizer que a mulher estava totalmente anestesiada durante e após o parto. Eles disseram por meio do advogado, que na cesariana, a anestesia que é aplicada só paralisa da cintura para baixo e por isso, ela estava consciente a todo momento.

recinto

Os funcionários também prestaram depoimento à Polícia Civil acompanhados de uma enfermeira testemunha. O advogado afirmou que o homem disse ser mudo e depois estava falando normalmente. Eles por fim afirmam, por meio do advogado que o inquérito irá mostrar a verdade.

A direção da Maternidade também divulgou uma nota de repúdio defendendo os dois técnicos de enfermagem.

fuente: Escribir AM Mensaje


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