Revista Veja aspectos más destacados de apertura de los museos en Manaos, en el escenario económico total

El auge de las inauguraciones, en el escenario económico total en el país fue la materia "contra la crisis, museos ", revista.
24/07/2017 14h45 - Actualizado 25/07/2017 17h09
foto: revelación

Nos próximos cinco anos, doze centros culturais e museus serão inaugurados no Brasil, entre ellos, dois na cidade de Manaus: o Museu da Cidade, que funcionará no prédio histórico do Paço da Liberdade; e o Museu Olímpico, en la Amazonia Arena, composto de peças do acervo do presidente da Confederação Sul-Americana de Atletismo (Consudatle), Roberto Gesta.

El auge de las inauguraciones, en el escenario económico total en el país fue la materia "contra la crisis, museos ", da revista Veja deste domingo, 23/7. lo, cinco Estados – São Paulo, Rio de Janeiro, Piauí, Goiás e Amazonas – têm seus projetos citados como modelos dos novos conceitos de museus, os chamados “museus de identidade”, que dialogam com a tecnologia sobre aspectos temático-culturais específicos, como é o caso do Museu do Amanhã, en Río de Janeiro, e da Língua Portuguesa, en Sao Paulo.

“O Museu da Cidade, en Manaus, pretende explicar o surgimento da capital amazonense a partir dos diversos fluxos migratórios”, cita a reportagem. Trata-se da exposição permanente “Manaus: historia, Gente e Cultura”, que irá trabalhar tanto os aspectos históricos, como o processo evolutivo de construção da cidade de Manaus, focado, especialmente, na inserção das pessoas na construção desse modelo de cidade.

A ideia é contar, em uma linha do tempo, como a cidade foi criada a partir de um intenso fluxo migratório e como foi forjada a partir do ideal simbólico dos seus nativos que em interação com os imigrantes formaram o que hoje é acidade de Manaus.

O curador dessa exposição é Marcello Dantas, que também assina o projeto do Museu da Língua Portuguesa. Em entrevista à Veja, ele analisa o atual movimento de museus como concretizações a partir de manifestações “que acontecem de forma oral, visual ou tátil”.

"(Os museus de identidade) não expõem algo colecionável, mas cultura imaterial, muitas vezes ligada à identidade de um povo ou um grupo. É um tipo de museu capaz de olhar para a cultura viva e mostrá-la às pessoas”, explica.

Dantas, que acaba de ser escolhido como curador de arte do Aeroporto de La Guardia, en New York, explica ainda que mais de 1 mil museus foram criados na China nos últimos 20 años. “Ali houve ditadura, revolução cultural, cinqüenta anos de ostracismo e renascimento econômico. Os museus de agora são uma forma de o chinês enxergar como ele realmente é depois das mudanças. Isso também acontece em países como Argentina, Colômbia e México”, afirma à revista.

Dantas é representante da empresa Magnetoscópio, que venceu a licitação voltada para empresas interessadas em criar o projeto museográfico e museológico, com recursos de tecnologia, captar recursos para a execução por meio da Lei Rouanet. O resultado final do Edital da Chamada pública nº 005/2016 foi publicado na edição 4036 do Diário Oficial do Município do dia 3 de enero.

Actualmente, o projeto se encontra na fase de captação de recursos por parte da empresa responsável. A partir do início da instalação do Museu da Cidade, a expectativa é de que sejam necessários seis meses para a conclusão da obra de instalação.

A fim de ajudar a custear a manutenção do Museu, haverá a instalação de bilheteria, a precios populares, cujos valores serão estudados posteriormente. Eles irão para o Fundo de Manutenção do Museu.

Sobre o Paço da Liberdade
Erigido em 1872 como forma de marcar o poder territorial do Império na Região Norte, el Palacio de la Libertad, localizado no Centro Histórico de Manaus, conta não apenas a história da cidade, mas guarda em suas fundações conhecimentos técnicos que ainda hoje são estudados por alunos e professores de Arquitetura.

Feito para suportar o regime das águas, o prédio histórico, de perfil neoclássico, está situado em frente à Praça Dom Pedro II, em uma região onde foram encontradas, oficialmente, aproximadamente 300 peças arqueológicas catalogadas. Para se ter uma ideia do valor histórico do espaço, o primeiro acervo registrado foi encontrado a apenas 3 palmos de profundidade.

O pé direito, a angulação dos detalhes, o frontispício remetem ao período iniciado em meados do século XVII e que durou até meados do século XIX, conhecido como Neo-clássico, trazido à tona com base nos ideais do Iluminismo, procurando o equilíbrio, sobriedade e simplificação dos excessos do período anterior, o Barroco. Foi do salão nobre do Paço da Liberdade, hoje sala de ex-prefeitos, que o então governador do Amazonas, Eduardo Ribeiro, assinou o contrato com a empresa que seria responsável pela construção do Teatro Amazonas.

Detalhes como as madeiras Acapulco e Pau-amarelo, ainda originais, estão presente nas salas principais; pinturas no barreamento e rodapé que lembram o mármore, feitas por artistas italianos, também podem ser conferidas no local, bem como janelas de prospecção que mostram os detalhes originais de cor, técnica e desenho utilizados pelos arquitetos e artistas da época.


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