Sérgio Cabral recibió R $ 122,8 millón de compañías de autobuses, Procurador dice

Os pagamentos de propinas foram feitos nos moldes dos realizados pelas empreiteiras com o objetivo de garantir tarifas e contratos com o Governo do Estado do Rio.
03/07/2017 11h11 - Actualizado 3/07/2017 18h32
foto: reproducción

As investigações do Ministério Público Federal que levaram à deflagração da Operação Ponto Final, el lunes, 3, Policía federal, revelaram que o ex-governador do Rio Sergio Cabral (PMDB) R $ recibida 122,8 milhões em propinas de empresas de ônibus entre os anos de 2010 de 2016 – ele deixou o cargo, em favor de seu vice, Luiz Fernando Pezão (PMDB), en 2014.

O esquema alcançaria mais de R$ 260 milhões pagos a políticos e agentes públicos. Três pessoas foram presas entre ontem e hoje: o empresário Jacob Barata, considerado “o rei do ônibus do Rio”, o presidente da Federação das Empresas de Transportes do Estado, Lélis Teixeira, e o ex-presidente do Departamento de Transportes Rodoviários, que fiscaliza o setor, Rogério Onofre. De acuerdo con el MPF, “os pagamentos de propinas foram feitos nos moldes dos realizados pelas empreiteiras, só que dessa vez no setor de transporte público com o objetivo de garantir tarifas e contratos com o Governo do Estado do Rio”.

Rogério Onofre, enquanto presidente do Detro, R $ recibida 44 mihões em propinas pagas pelas empresas de ônibus, diz o MPF. Os valores eram recolhidos nas empresas de ônibus. “Para o MPF, o esquema de corrupção encontra-se organizado a partir de quatro núcleos básicos: núcleo econômico, formado pelos executivos das empresas organizadas em cartel; o núcleo administrativo, composto por gestores públicos do governo do Estado, os quais solicitaram/receberam propinas; núcleo operacional cuja principal função era promover a lavagem de dinheiro desviado; núcleo político, integrado pelo líder da organização Sergio Cabral”, diz nota do MPF. A operação Ponto Final decorre das investigações das Operações Calicute e Eficiência.

A PF se baseou em delações premiadas do doleiro Álvaro Novis e do ex-presidente do Tribunal de Contas do Rio Jonas Lopes, alvos de operações anteriores da PF. A operação foi uma parceria entre a PF e o Ministério Público Federal. Oitenta agentes estão participando. De acuerdo con la Policía Federal, foram expedidos pela 7ª Vara Federal Criminal do Rio nove mandados de prisão preventiva, três de prisão temporária e 30 órdenes de búsqueda y captura.

Barata foi preso no aeroporto internacional Tom Jobim, prestes a embarcar para Lisboa. Ele divulgou nota, através de sua assessoria de imprensa, informando que tem negócios na cidade, e que ia para lá regularmente. A PF já estava com sua prisão na mira, e a antecipou quando soube da viagem.

A Fetranspor reúne 10 sindicatos de empresas de ônibus que atuam no Estado. O Detro é responsável pela fiscalização dos transportes intermunicipais no Estado

fuente: Estadão


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