Tucanes se reúnen en SP y pueden dejar el gobierno Temer

A cúpula do partido volta a se reunir nesta segunda-feira, una 19h30 partir das, para definir se desembarca ou não do governo.
10/07/2017 13h57 - Actualizado 10/07/2017 13h57
foto: reproducción

A cúpula do PSDB volta a se reunir nesta segunda-feira, una 19h30 partir das, para definir se desembarca ou não do governo do presidente Michel Temer (PMDB). Classificado como “reunião de emergência”, o encontro vai ocorrer no Palácio dos Bandeirantes, en Sao Paulo, convocado pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB). Ele está previsto para começar poucas horas depois da apresentação do parecer do deputado Sergio Zveiter (PMDB-RJ), relator da denúncia contra o presidente na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Devem estar presentes diversas autoridades tucanas, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o governador de Goiás, Marconi Perillo, el alcalde de la capital, John Doria, além de parlamentares. A sigla se reúne em um momento de tensão interna com declarações recentes indicando um afastamento definitivo de Temer. Presidente interino do partido, o senador Tasso Jereissati (CE) disse que o Brasil “beira a ingovernabilidade”, chegando a dizer que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pode dar “estabilidade” para a “travessia”, no caso de um eventual afastamento do peemedebista.

A um grupo de investidores, o vice-presidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), afirmou que a gestão Temer “pode estar diante do fim”. Mais recentemente, o anfitrião da reunião desta segunda, Geraldo Alckmin, disse que não vê motivo para que o PSDB participe do governo depois da votação das reformas no Senado, em especial a trabalhista..

Na avaliação de Alckmin, os tucanos devem ajudar o Brasil, “mas sem precisar participar do governo”. Questionado se este é o momento certo para o PSDB sair da base aliada que dá sustentação ao governo Temer, Alckmin respondeu que, por ele, encerraria a aliança, mas ponderou que o partido tem responsabilidade com o país, ajudando na aprovação das reformas.

fuente: Veja.com


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