exonerado a los ministros a votación en la Cámara de retorno a las posiciones

Na sessão da Câmara, eles votaram pela rejeição da admissibilidade da denúncia contra o presidente pelo suposto crime de corrupção passiva.
03/08/2017 10h50 - Actualizado 3/08/2017 16h40

Os ministros que foram exonerados para reassumir o mandato de deputado federal e retornar à Câmara para participar da votação de ontem (2) sobre a admissibilidade da denúncia contra o presidente Michel Temer retornaram aos cargos. As nomeações dos dez ministros estão publicadas na edição de hoje (3) el Boletín Oficial.

As exonerações foram publicadas no Diário Oficial da União de ontem. Na sessão da Câmara, eles votaram pela rejeição da admissibilidade da denúncia contra o presidente pelo suposto crime de corrupção passiva. A maioria dos parlamentares aprovou o relatório do deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), favorável à rejeição da denúncia o que impede que o Supremo Tribunal Federal (STF) investigue Temer.

Os ministros que reassumiram os cargos foram Antonio Imbassahy, chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República; José Mendonça Filho, el Ministerio de Educación; Bruno Cavalcanti Araújo, Ministerio de las Ciudades; Fernando Bezerra, el Ministerio de Minas y Energía; Osmar Terra, do Ministério do Desenvolvimento Social; Leonardo Picciani, do Ministério do Esporte; José Sarney Filho, el Ministerio de Medio Ambiente; Ronaldo Nogueira, el Ministerio de Trabajo; Marx Beltrao, do Ministério do Turismo; y Mauricio Quintella, do Ministério dos Transportes, Puertos y Aviación Civil.

Esta não foi a primeira vez que ministros retornam ao Congresso para votar em matéria de interesse do governo. En octubre del año pasado, Temer exonerou dois ministros para que votassem a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê um teto para os gastos públicos. En abril de este año, o presidente usou o mesmo recurso na votação do projeto da reforma trabalhista, que fue aprobado.

Agenda do presidente
Após a agenda intensa de reuniões e compromissos com parlamentares nos últimos dias, o único compromisso do presidente Michel Temer previsto para hoje é um despacho interno pela manhã. A agenda pode sofrer alterações com a inclusão de compromissos ao longo do dia.

Em pronunciamento na noite de ontem, o presidente disse que, com a rejeição da denúncia contra ele na Câmara dos Deputados, seguirá com as reformas e ações que julga necessárias para modernizar e melhorar o país.


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