Presidente del STF niega solicitud de Aécio a Gilmar está siendo investigado relator

O inquérito em questão foi aberto com base nas delações premiadas da Odebrecht. Aécio teria recebido propina para defender os interesses da empresa.
10/08/2017 10H39 - Actualizado 10/08/2017 17h06
foto: reproducción

El Presidente de la Corte Suprema (STF), Carmen Lucía, El negó una petición de la defensa de Aécio Neves senador para una de las investigaciones en su contra en la Corte ser retirado del Ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato, e enviado ao gabinete de Gilmar Mendes.

O inquérito em questão foi aberto com base nas delações premiadas da Odebrecht. Segundo delatores, Aécio teria recebido propina para defender os interesses da empresa no chamado “Projeto Madeira”, de construção das usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, en Pará.

Para justificar o pedido de redistribuição, o advogado do senador, Alberto Toron, argumentou que o caso trata da atuação de Aécio no âmbito do setor elétrico, mesmo tema alvo de outro inquérito relatado por Mendes, no qual Aécio é investigado por desvios na diretoria de Furnas, uma das subsidiárias da Eletrobras.

Em decisão datada da última segunda-feira (7), Cármen Lúcia disse não haver conexão entre os casos. Ela determinou que inquérito seja encaminhado para o mesmo relator que for sorteado para tratar de outras cinco investigações que tratam de desvios nas obras do Projeto Madeira, cuja redistribuição ela já determinou. É possível que Mendes seja sorteado.

Felipe Pontes – Agencia Brasil


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