gobernador en funciones dice TCE hizo justicia a negar la suspensión de cirugías

De acuerdo con el gobernador, el evento se ha realizado correctamente, lo que concuerda con las justificaciones presentadas a los órganos de control.
12/09/2017 16h55 - Actualizado 13/09/2017 11h18
foto: revelación

O governador David Almeida se disse feliz com a notícia de que o Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM) negou pedido de medida cautelar interposto pelo Ministério Público de Contas (MPC) pedindo a suspensão de processo de contratação emergencial de empresa para a realização de 2.340 cirurgias no Hospital e Pronto-Socorro da Zona Norte. De acuerdo con el gobernador, el evento se ha realizado correctamente, o que foi comprovado com as justificativas apresentadas pela Secretaria Estadual de Saúde (sésamo) ao TCE e aos órgãos de controle, como o Ministério Público Estadual (MPE).

Ao negar pedido para suspender a contratação do Instituto de Medicina, Investigación y Desarrollo (milagros) pela Susam para realizar cirurgias no Hospital e Pronto-Socorro da Zona Norte, a conselheira de Contas Yara Lins afastou a suspeita de sobrepreço no contrato.

“Eu quero parabenizar a equipe da Secretaria de Saúde, a todos que estiveram envolvidos nesse trabalho. Nós estamos fazendo aquilo que o povo espera da gente. Administrar o recurso público com honestidade, com capacidade competência para que as pessoas não precisem mais estar sofrendo esperando uma cirurgia”, dijo el gobernador, durante solenidade de inauguração da Escola Especial Mayara Redman, en la zona central sur de Manaus.

O governador falou do sofrimento que as falsas acusações de superfaturamento no contrato para a realização das cirurgias causaram nas pessoas envolvidas no processo e até a membros de sua família. “Eu fico muito feliz, alegre e satisfeito, con esta decisión, porque, sem duvida alguma, se faz justiça às pessoas que estavam por trás desse processo e que sofreram muito. Minha filha também sofreu, minha mãe sofreu muito com tudo isso e eu disse: calma mãe, o choro pode durar uma noite, mas alegria vem pela manhã”.

En su decisión, a conselheira Yara Lins ressalta que, ao retificar a portaria 756/2017, publicada no dia 21 de agosto no Diário Oficial do Estado (GAMA), a Susam comprovou que o contrato firmado com o Imed é para a realização de 2.340 cirurgias no período de 90 días, y no 780 como sustentava a acusação. A Susam explicou que houve um erro na primeira publicação que não condizia com o contrato original. A decisão da conselheira foi publicada no Diário Oficial do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM) el lunes, 11.

“Fato esse que altera sobremaneira o aludido sobrepreço trazido a lume pelo representante, ya que el precio unitario de cada operación será cercano a un valor de R $ 3.600,00 e não mais de R$ 10.000,00, conforme consta na peça inicial dos autos”, sustenta a conselheira em um trecho da decisão.

O autor do pedido de suspensão dos efeitos da portaria 756/2017 era o Ministério Público de Contas (MPC). Um dos argumentos usados como base do pedido era o suposto sobrepreço. Nas contas feitas pelo órgão, el valor del contrato, R $ 8,4 millón, seria para custear 780 cirugías 90 días.

Além de descartar o argumento de sobrepreço, Yara Lins informou que não poderia aceitar o pedido do MPC porque a referida portaria já havia se transformado em contrato. Segundo a conselheira, a legislação vigente diz que somente o Poder Legislativo teria a competência para suspender contratos administrativos do Executivo.

“Vê-se claramente que as Cortes de Contas não possuem competência primária para efetuar a sustação direta de contratos administrativos. O detalhe adicional é que se o Egrégio Tribunal Pleno das Cortes de Contas, após regular processamento do feito, não possui competência para sustar contrato administrativo, por obvia, os relatores, para formar monocrática, também não”, justifica Yara na decisão.

A Susam entregou no dia 21 de agosto ao Ministério Público Estadual (MPE), Cuentas del Ministerio Público (MPC) e Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) cópia de toda a documentação referente ao processo administrativo nº 17101.022357/2017 – SUSAM, que trata da contratação emergencial de pessoa jurídica e especializada em serviços de gestão hospitalar e a realização das cirurgias. A conselheira se baseou nos documentos para negar a suspenção do contrato.

A contratação foi feita com objetivo de atender, no menor tempo possível, os pacientes que se encontram em fila de espera para realizar cirurgias eletivas. A Susam já está trabalhando para realizar o processo licitatório e contratar a empresa que irá realizar o serviço após o término do contrato emergencial.

Segundo a pasta, a fila de pacientes que esperam por cirurgias eletivas no Estado do Amazonas conta com cerca de sete mil pessoas. Por meio desse contrato, serão atendidos 2.340 pacientes que estão tendo seu problema de saúde resolvido de forma imediata.


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