Más que 200 los detenidos son acusados ​​por la matanza Compaj

Polícia Civil dará mais detalhes ainda esta manhã, mas confirmou que inquérito policial apontando responsáveis foi remetido à Justiça na quarta-feira.
01/09/2017 11h44 - Actualizado 1/09/2017 16h12
foto: reproducción

La Policía Civil acusado 210 Complejo reclusos Anísio Jobim (Compaj) por la participación en la muerte de 56 los internos en la masacre que tuvo lugar en la unidad de la prisión en enero. As informações foram divulgadas pela assessoria de imprensa da Polícia Civil.

De acordo com Frederico Mendes, foi criado um grupo de trabalho para investigar as mortes que aconteceram no início do ano corrente, na unidade do sistema prisional do Estado. O delegado-geral adjunto da instituição atuou como presidente do grupo e coordenou uma equipe composta por 4 delegados, 10 investigadores e dois escrivães.

Segundo Martins, 350 pessoas foram ouvidas no inquérito policial (IP). As oitivas aconteceram no 20º DIP e na Delegacia Móvel, que foi levada para o Compaj para que o grupo de trabalho ouvisse pessoas ligadas aos crimes. A Delegacia Móvel ficou na unidade prisional por cerca de um mês. Este período, alguns detentos foram transferidos para a Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, en el barrio Centro, sul, desativada meses antes.


*** Si usted está a favor de una prensa totalmente libre e imparcial, colaborar disfrutando de nuestra página en Facebook y visitar a menudo el AM Mensaje.


contacto Condiciones de uso wp: (92) 99344-0505