MPF dice Cabral pudo haber comprado votos para el anfitrión de los Juegos Olímpicos de Río 2016

De acuerdo con el MPF, la compra puede haber sido hecha por una organización criminal encabezada por Sérgio Cabral, detenido en Bangu.
05/09/2017 15h34 - Actualizado 6/09/2017 16h36
foto: reproducción

A cooperação internacional que resultou na Operação Unfair Play, desencadenado hoy (5) Policía federal, em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF) e a Receita Federal, investiga suposta compra do voto do presidente da Federação Internacional de Atletismo, Lamine Diack, por US$ 2 millón, para que ele fosse favorável à escolha do Rio de Janeiro como sede dos Jogos Olímpicos de 2016. De acuerdo con el MPF, a compra pode ter sido feita por organização criminosa comandada pelo ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, detenido en Bangu.

De acuerdo con el ministerio, hay “vasta documentação e provas robustaspara o caso. Foram emitidos pela 7ª Vara Federal no Rio de Janeiro mandados de prisão preventiva contra o empresário Arthur Soares, conocido como “Rei Arhtur,” que mora nos Estados Unidos, e a sócia dele Eliane Pereira Cavalcante, presa pela manhã em Laranjeiras, en el sur de Río de Janeiro.

Também foi feita busca e apreensão na casa do presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (MAZORCA), Carlos Arthur Nuzman, que também foi conduzido para ser ouvido na Polícia Federal. Os detalhes da operação estão sendo divulgados neste momento em entrevista coletiva na Superintendência da Polícia Federal, en Río de Janeiro.

Agencia Brasil


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