MPF, Ejército y Ibama realizan grupo de trabajo para frenar la minería ilegal en el río Jandiatuba AM

La actividad minera ha avanzado sobre el río, cortar tres tierras indígenas y es ampliamente utilizado por los indígenas aislados.
06/09/2017 16h33 - Actualizado 8/09/2017 15h36
foto: reproducción

El Ministerio Público de la Federación (MPF) Tabatinga (A.M), em conjunto com o Exército e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), realizou operação para coibir a expansão do garimpo ilegal na região do rio Jandiatuba, localizado no município de São Paulo de Olivença (un 988 Km de Manaus), nas proximidades da fronteira com a Colômbia. La actividad minera ha avanzado sobre el río, cortar tres tierras indígenas y es ampliamente utilizado por los indígenas aislados, conforme apontam monitoramentos da Fundação Nacional do Índio (Funai).

A ação foi realizada durante cinco dias, no período de 28 De agosto al 1 de septiembre de, e flagrou 16 dragas em funcionamento, durante sobrevoo no rio. Uma equipe composta por fiscais do Ibama e militares do Exército se deslocou via embarcação para os locais identificados. Devido às limitações de navegabilidade do rio no período de seca, a equipe conseguiu realizar a abordagem a cinco dragas. estos, nenhuma possuía documentação que justificasse a atividade garimpeira nas margens, igarapés ou calha do rio Jandiatuba.

O MPF recomendou às instituições que todas as dragas fossem destruídas no local, considerando o difícil acesso logístico, nos termos do decreto que regulamentou a Lei nº 9.605/98 (sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente), atendendo à legislação e aos documentos internacionais em que o Brasil se obrigou a cumprir. A medida também considerou a impossibilidade de depositar os bens sob a responsabilidade do infrator, uma vez que certamente continuaria utilizando o equipamento para a prática, por ser uma atividade amplamente lucrativa e associada a diversos outros crimes.

Pelo menos quatro dragas foram destruídas e uma apreendida após a retirada das pessoas que trabalhavam nos locais. Para o MPF, a destruição das dragas gera a descapitalização da atividade e evita a continuidade do dano ambiental, além do efeito pedagógico que essas ações geram. Cada draga custa aproximadamente R$ 1 millón.


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