La policía federal dicen que tienen pruebas de los crímenes cometidos por la cumbre Temer y PMDB; citado negar

De acuerdo con el PF, la cumbre PMDB practicó los delitos de cohecho, pasivo, lavado de dinero, fraude en las licitaciones y la evasión fiscal.
12/09/2017 11H41 - Actualizado 12/09/2017 11h44
foto: reproducción

Inquérito da Polícia Federal (PF) concluído hoje (11) apresenta indícios da prática de crimes por parte do presidente Michel Temer e demais integrantes do chamado “grupo do PMDB da Câmara”, segundo nota divulgada nesta segunda-feira pela PF. De acuerdo con las investigaciones, o grupo seria composto pelos ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, y la Secretaría de Gobierno, Moreira Franco, além dos ex-ministros Geddel Vieira Lima e Henrique Eduardo Alves, e do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha.

De acuerdo con el PF, a cúpula do PMDB mantinha “estrutura organizacional com o objetivo de obter, directa e indirectamente, vantagens indevidas em órgãos da administração pública direta e indireta”. Ainda segundo o inquérito, que será enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), o grupo praticou os crimes de corrupção ativa, pasivo, lavado de dinero, fraude en las licitaciones y la evasión fiscal.

Otro lado
en un comunicado, a Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República informou que Temer “não participou e nem participa de nenhuma quadrilha”. “O presidente tampouco fez parte de qualquer estrutura com o objetivo de obter, directamente o indirectamente, vantagens indevidas em órgãos da administração pública. O presidente Temer lamenta que insinuações descabidas, com intuito de tentar denegrir a honra e a imagem pública, sejam vazadas à imprensa antes da devida apreciação pela Justiça”, el comunicado.

A assessoria de imprensa do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, informou que ele só irá se pronunciar “quando e se houver acusação formal contra ele que mereça resposta”

Também por meio da assessoria de imprensa, o ministro Moreira Franco afirmou que jamais participou de qualquer grupo para a prática de ato ilícito. “Repudio a suspeita. Responderei de forma conclusiva quando tiver acesso ao relatório do inquérito. Lamento que tenha que falar sobre o que ainda não conheço. Isto não é democrático”, el comunicado.

Henrique Eduardo Alves divulgou nota em que diz que faz parte do PMDB há mais de 40 anos e não de uma organização criminosa. “A tentativa de criminalizar a atividade política enfraquece a democracia e a sua inocência será provada ao longo do processo”, dicho.

Defesas de Geddel e Cunha foram procuradas e não responderam a reportagem até o fechamento desta edição

Presos
Eduardo Cunha, Henrique Eduardo Alves, Geddel Vieira Lima estão presos após investigações da Operação Lava Jato. Wedge se ha quedado atascado en Curitiba, por ordem do juiz Sérgio Moro, desde 19 octubre 2016. en marzo 2017 Fue condenado a 15 anos e quatro meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas e, en 18 mayo 2017, teve novo mandado de prisão expedido pela Justiça.

Eduardo Alves foi preso preventivamente no dia 6 junio 2017 pela Polícia Federal na Operação Manus, que investigava corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro na construção da Arena das Dunas, en la Navidad.

O ex-ministro Geddel Vieira Lima voltou a ser preso, el viernes (8), en Salvador, três dias após a Polícia Federal encontrar mais de R$ 51 millón, atribuídos a ele, em um apartamento. Anteriormente, ele havia sido preso preventivamente no dia 3 julio 2017, na Operação Greenfield, que investiga desvio de fundos de pensão.

Ivan Richard Esposito – Agencia Brasil


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