Raquel Dodge impondrá nuevo estilo, pero no detener la lava Jet, medios evalúa legal

Los miembros de los cambios en el diseño de la comunidad legales con el fin de impulsar la lava Jato, pero no creen en los frenos en las investigaciones.
19/09/2017 10h13 - Actualizado 19/09/2017 16h45
foto: reproducción

Com a chegada de Raquel Dodge à chefia da Procuradoria Geral da República (PGR), função exercida por Rodrigo Janot desde setembro de 2013, integrantes do meio jurídico entrevistados projetam mudanças na forma de conduzir a Operação Lava Jato, mas não acreditam em freio nas investigações de políticos e empresários.

lunes (18), Dodge assume o posto e se tornará a primeira mulher a comandar o Ministério Público Federal. Na eleição da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) que escolheu a lista tríplice enviada a Michel Temer, ela figurou em segundo lugar. Ficou atrás de Nicolao Dino, candidato apoiado por Janot, mas foi indicada para o cargo pelo presidente, denunciado duas vezes pelo procurador-geral.

Procuradores, advogados e magistrados que acompanham a Lava Jato ou conhecem o trabalho desenvolvido por Raquel Dodge desde 1987 no Ministério Público Federal (MPF) acreditam que, nos próximos dois anos de gestão, a nova procuradora-geral deve ser dura ao negociar delações e ter postura mais discreta na comparação com Janot.

“Conheço Janot e Raquel. Os dois são rigorosos, mas cada um ao seu estilo. Janot não retrocedeu com a Lava Jato quando ela [la operación] chegou à classe política. Raquel tem o desafio de manter o trabalho”, analisa o ministro aposentado do STJ Fernando Gonçalves.

À frente do MPF, Raquel Dodge terá influência mais direta nos casos derivados da Lava Jato que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Superior Tribunal de Justiça (STJ), já que envolvem autoridades com o chamado foro privilegiado, como governadores, congresistas, senadores e o presidente da República. Desdobramentos da nova denúncia contra Temer passarão pela nova gestão.

Na bolsa de apostas sobre o futuro da Lava Jato, quem teve contato com o trabalho de Raquel Dodge aposta que ela tende a ser mais sóbria na redação dos pedidos levados aos tribunais superiores. Deve dosar adjetivos na escrita e na fala. Janot não era afeito a entrevistas, porém gostava de frases de efeito em palestras, como “enquanto houver bambu, lá vai flecha”.

“Ela fará tudo o que tem de ser feito sem estardalhaços. O MP deve fazer, não deve falar que vai fazer”, diz o ex-procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que antecedeu Janot no cargo.


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