Presidente del Comité Olímpico de Brasil mantuvo Nuzman 16 kilogramos de barras de oro sin declarar el IR

Carlos Arthur Nuzman y el brazo derecho Leonardo Gryner fueron detenidos el jueves, 5.
05/10/2017 15h27 - Actualizado 6/10/2017 16h25
foto: reproducción

A Operação Unfair Play, desdobramento da Lava Jato que investiga a compra de votos para eleger o Rio como cidade olímpica, alcanzó 16 barras de ouro do presidente do Comitê Olímpico do Brasil (MAZORCA), Carlos Arthur Nuzman. Ele e seu braço direito Leonardo Gryner foram presos nesta quinta-feira, 5.

De acuerdo con el Grupo de Trabajo de la lava Jato, en Río, nos últimos 10 de 22 anos de presidência do COB, Nuzman aumentou seu patrimônio em 457%. Para os investigadores, não há ‘indicação clara de seus rendimentos, além de manter parte de seu patrimônio oculto na Suíça’.

O Ministério Público Federal afirma que Nuzman declarou a existência de 16 barras de ouro, 1 kg cada uma, que mantinha no exterior, el Servicio de Impuestos Internos, por meio de retificação de uma retificação em seu imposto de renda em 20 septiembre 2017. Quinze dias após a deflagração da primeira fase da Unfair Play. de vez en cuando, Nuzman foi alvo de mandado de busca e apreensão.

“Existe uma situação de ocultação dos recursos em poder do representado e em outros países, o que dificulta o rastreio desses recursos e consequente recomposição dos danos ao erário. A atitude adotada em momento seguinte à deflagração da Operação Unfair Play demonstra obstrução das investigações sobre a ocultação patrimonial. Además, documentos apreendidos na residência de Nuzman demonstram que grande parte de suas contas é paga em espécie: um engendro característico do sistema de lavagem de capitais”, detalham os procuradores.

A primeira fase da Unfair Play apreendeu uma chave que, de acuerdo con la Fuerza de Tarea de la lava Jato, ‘pode corresponder a um cofre na Suíça, considerando que estava guardada junto a cartões de visita de agentes que trabalham com serviço de locação’.

“Sabendo dessa apreensão, Nuzman tentou adiantar-se para evitar que as barras de ouro possivelmente depositadas no aludido cofre fossem descobertas pelas investigações”, relatou a força-tarefa no pedido de prisão do presidente do COB.

Para os procuradores da Força-Tarefa, Leonardo Cardoso de Freitas, José Augusto Simões Vagos, Eduardo Ribeiro Gomes El Hage, Rodrigo Timóteo da Costa e Silva, Rafael Barretto dos Santos, Sérgio Luiz Pinel Dias, Fabiana Schneider, Marisa Varotto Ferrari e Felipe Almeida Bogado Leite, as investigações avançaram de maneira significativa desde a deflagração da Operação Unfair Play, ‘tendo sido colhidos elementos que comprovam, de maneira irrefutável, como se deu a operacionalização dos pagamentos e indicam para a atuação de outros atores até então desconhecidos’.

“Carlos Nuzman e Leonardo Gryner foram os agentes responsáveis por unir pontas interessadas, fazer os contatos e azeitar as relações para organizar o mecanismo do repasse de propinas de Sérgio Cabral diretamente a membros africanos do COI (Comitê Olímpico Internacional), o que foi efetivamente feito por meio de Arthur Soares (o “Rei Arthur”)”, afirma a Procuradoria.

De acuerdo con los fiscales, a prisão temporária de Nuzman e Gryner é imprescindível não só como garantia de ordem pública, “como para permitir bloquear o patrimônio, além de impedir que ambos continuem atuando, penalmente, seja na interferência da produção probatória”. Além do pedido de prisão, também foram cumpridos mandatos de busca e apreensão nas casas e empresas de Nuzman e Gryner e a quebra de sigilo telemático.

A Operação Unfair Play foi resultado do trabalho conjunto de cooperação internacional entre os órgãos de persecução do Brasil, da França, da Antígua e Barbuda, dos Estados Unidos e do Reino Unido, que permitiu que viesse a público os bastidores da escolha do Rio de Janeiro como sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Vasta documentação e provas robustas revelaram que a organização criminosa de Cabral comprou o voto do presidente da Federação Internacional de Atletismo, Lamine Diack, por 2 millón de dólares.

Según la investigación, o pagamento pelos votos veio da empresa Matlock Capital Group, do empresário “Rei Arthur”, que repassou a propina que pagaria a Sérgio Cabral diretamente para o senegalês, em troca dos votos pela escolha da cidade-sede das Olimpíadas de 2016.


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