• Nuzman deixa cadeia e passa a cumprir prisão domiciliar

    No mesmo dia em que recebeu habeas corpus do STJ determinando sua ida para o regime de prisão domiciliar, Nuzman virou réu com o ex-governador Sérgio Cabral.
    20/10/2017 16h59 - Actualizado 21/10/2017 15h36

    Foto: reproducción


    O presidente afastado do Comitê Olímpico do Brasil (COB) Carlos Arthur Nuzman deixou, este viernes por la tarde (20), a Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, onde cumpria prisão preventiva decretada pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio.

    me nota, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) informa que recebeu a documentação da Justiça referente ao habeas corpus concedido a Nuzman. A decisão judicial foi cumprida imediatamente, e o interno foi solto nesta tarde, diz o comunicado.

    Ayer (19), em julgamento de um habeas corpus, a 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) colocou Nuzman em prisão domiciliar.

    Nuzman vira réu
    No mesmo dia em que recebeu habeas corpus do STJ determinando sua ida para o regime de prisão domiciliar, Nuzman virou réu com o ex-governador Sérgio Cabral. A decisão foi tomada nesta quinta-feira, pelo juiz Marcelo Bretas, em processo resultante da Operação Unfair Play, que investiga o pagamento de propina pelo direito do Brasil de sediar os Jogos Olímpicos de 2016.

    Prisión
    Carlos Arthur Nuzman e o diretor-geral do Comitê Organizador Rio 2016, Leonardo Gryner, foram presos, em casa, pela Polícia Federal, En el día 5 de este mes. Os dois são investigados por envolvimento em um suposto esquema de compra de votos no Comitê Olímpico Internacional (COI) para que o Rio de Janeiro fosse escolhido sede dos Jogos Olímpicos.

    De acordo com o Ministério Público Federal, a prisão temporária de Nuzman e Gryner é importante para permitir que o patrimônio seja bloqueado e impedir que ambos continuem atuando, seja criminosamente, seja na interferência da produção probatória. Nuzman foi preso em casa, no Alto Leblon, zona sul do Rio.

    Douglas CorrêaRepórter da Agência Brasil


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